Ateu, graças a Deus!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Capitão Melquisedec, policial cristão

terça-feira, 7 de junho de 2011

Vamos estudar a Bíblia?

Filed under: Bíblia, Crônica, Cristianismo, Judaísmo, Religião — Lealcy B. Junior @ 16:13:01

Foi tão traumático que me lembro disso até hoje: a única vez, no meu tempo de estudante da USP, em que uma jovem bonita e desconhecida tomou a iniciativa de puxar conversa comigo foi para me convidar para um grupo de estudo bíblico. Em minha defesa, digo que resisti bravamente.

Continue lendo…

terça-feira, 19 de abril de 2011

Evidência anedótica e outras falácias médicas

Filed under: Crítica, Crônica, Falácias, Homeopatia, Medicina, Medicina alternativa — Lealcy B. Junior @ 12:25:40

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O Massacre no Rio e a Religião

Fonte: http://www.facebook.com/home.php?sk=group_163765546985779&id=208349629194037

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Conversa entre ateu e cristão

Filed under: Ateísmo, Crônica, Criacionismo, Cristianismo, Evolução, Religião — Lealcy B. Junior @ 19:04:13

Diálogo fornecido por @fabiocardoso. Fiz alguma correção no texto, e você pode ler o original aqui.

Teísta: E ai menino? Por onde andas?

Ateísta: E ai cara, beleza? No momento em lugar algum, infelizmente. Terminei o terceiro (ano do colegial), não passei no vestibular e vou fazer cursinho, e você?

Teísta: Mas está valendo. É experiência. Eu estou aqui, vivendo pela graça de Deus. Estou dando aulas, sou coordenador do curso de XXX, mas não deixei o ensino médio, dou aulas de espanhol.

Ateísta: Que bom cara, provavelmente você deve ter visto alguém que estudou no XXX lá na YYY, um pessoal foi.

Teísta: Não os vi ainda, mas certamente está fervilhando de alunos novos. O que você vai prestar?

Ateísta: Engenharia Elétrica de novo, mas quero tentar medicina em alguns lugares também…

Teísta: Mas são áreas muito diferentes, rsss.

Ateísta: É que estou meio dividido ainda, eu prestei para engenharia só ano passado, e estou confiante em fazer, mas como não passei, voltou a dúvida. É difícil decidir e calcular os riscos, o custo/benefício.

Teísta: Deixa Deus te guiar, será menos doloroso.

Ateísta: Não, obrigado. Eu faço as minhas próprias escolhas. Eu tenho uma chance na vida de decidir o que farei pelo resto dela, não vou deixar a escolha nas mãos de um ser inexistente, prefiro assumir a responsabilidade.

Teísta: Perfeito; é uma pena! Corre o risco de ser um frustrado. Aliás, já o é. Quando tiver uma explicação plausível para não crer, me diga. Tentarei pelo menos escutar-te.

Ateísta: Mas é um risco que eu tomo, prefiro me frustrar com minhas decisões a jogar a culpa em um bode expiatório. Se eu me der bem, foi por mérito. Se me der mal, idem. Não há explicação pra se negar um fato não comprovado a priori, por exemplo.

Teísta: Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

Ateísta: Não posso te explicar porque os unicórnios não existem; não se contesta evidência inexistente.

Teísta: Mérito? Mérito do quê? O que seres desprezíveis como nós temos de mérito? Você precisa ler mais querido!

Ateísta: Deus não fez a prova por mim. Se eu passar e der graças a deus, sou idiota, se não passar e dizer que foi a vontade de deus, sou hipócrita.

Teísta: A ignorância campeia suas reflexões adolescentes eivadas de simplismo, fragmentação e superficialidade… Todavia, não vou entrar nas suas idiossincrasias, porque elas são suas. Se você entrar numa faculdade pública dentro de uns 2, 5, 10 anos você me fala… Quando sair também quererei saber se o conhecimento preencheu seu vazio existencial, sua existência amorfa, sem sentido além da sua medíocre existência.

Ateísta: Esse é o problema: você precisa assumir que eu tenho um vazio interior para o seu argumento ser válido. Você reduz todo o pensamento a uma falsa dicotomia, qual o propósito de me expressar se você vai me reduzir a um grupo com características previamente designadas?

Teísta: PREVIAMENTE DETECTÁVEIS, mas enfim meu caro, mesmo que você não queira, Ele te ama de forma pessoal. Seu respirar não veio do macaco, nem do Big Bang. Outro dia um professor de uma grande universidade americana deu uma palestra aqui e provou que o evolucionismo é, hoje, uma religião. Ele nasceu no mundo científico, tem PHD na área… Aliás, até a idéia de dinossauro muda quando temos acesso à informação genuína.

Ateísta: O Evolucionismo é uma religião porque vocês o reduzem a isso. Vocês acham que Darwin é nosso deus. Religião não assume erro, não assume falha; se uma parte está errada, a religião inteira está. A ciência não é assim, Darwin cometeu inúmeros erros, e erros grosseiros, mas coerentes com o conhecimento da época. A ciência é passível de críticas e revisões, nos permitimos errar, assumimos que somos falhos e temos a humildade de questionar, ao invés de afirmar. Procuramos os fatos através das evidências, vocês procuram evidências para sustentar um fato que carece de premissa. Mas para efeito de contestação preferem fazer Darwinismo x Criacionismo, O que é ridículo.

Teísta: AMIGO, cursi é ficarmos no lá, se o cá já provou a inexistência do darwinismo…

Ateísta: Não existe discussão séria nesse teor. O D.I. merece atenção como toda linha de pensamento, desde que apresente provas coerentes. Isso não é uma guerra.

Teísta: Se ele mesmo assumiu a existência de Deus…

Ateísta: Mentira, Darwin nunca questionou sua teoria no leito de morte, e você, mais do que ninguém, deveria se ocupar de buscar a veracidade disso.

Teísta: É incoerente. Sem sustentação a verdade não existe para a ciência. Se você estudar a maiêutica verá que a maiêutica ignora os preconcebidos. Mas, enfim, Deus te cuide, porque Darwin voltou ao pó e não pode te ajudar, mas parabéns pelo incipiente conhecimento filosófico que demonstra.

Ateísta: Só uma coisa que me incomoda, se me permite expor.

Teísta: SE NÃO FOR PROLIXO NEM PEDANTE, A VONTADE.

Ateísta: A forma mais justa de discussões assim acontecerem, é na seguinte ordem: Você faz uma afirmação “Há um deus que criou tudo e todos”, depois você precisa explicar os motivos de tal afirmação e expor suas evidências, eu devo ouvi-las, analisá-las, contestar os pontos duvidosos e juntos chegarmos a um consenso, ou pelo menos ao benefício da dúvida. Mas se a discussão já parte da premissa de que deus existe e eu o nego veementemente, mesmo ciente de sua existência, o papel é invertido, e eu é tenho que provar a inexistência, o que é incoerente. O ônus da prova cabe ao alegador. Por isso que já desisti de discussões desse teor há muito tempo; não tem fim, nem sentido, não há consenso. Eu não nego Deus, eu questiono a afirmação de que ele existe até ser confrontado com motivos suficientes pra acreditar nele. Dou no máximo o benefício da dúvida, nada mais, nada menos, e desculpe-me, pois fui um pouco prolixo.

Teísta: Bem paradoxal a questão de negar e acreditar na existência, mas respeito sua posição, você já usou esse espaço para expor sua indignação diante do desamor da sua família. Os traumas marcados no nosso inconsciente nos levam a total rendição a Deus, ou ao contrário… .

Ateísta: Assim como respeito a sua. Você é um dos poucos que tem a dignidade de manter uma conversa, pelo menos, antes de dizer que já estou condenado ao inferno. Uma pessoa da minha família já disse que prefere me ver morto a ateu.

Teísta: Então, eu sinto na verdade que tudo isso, esse comportamento na sua família, te conduz a essa prova inexistente. Você é um menino especial. Eu tenho um amor particular por cada um de meus alunos e ex-alunos, de verdade. Assim como Deus primeiro nos amou, sinto que essa é a única forma de mudar o mundo. Uma pena esse comportamento fundamentalista dentro de sua família. Digo, fundamentalismo religioso, não espiritual, cristão, na sua forma imanente.

Ateísta: Acredite, não é uma forma de rebeldia da minha parte. Como já deve ter percebido, tento me guiar pelo equilíbrio da lógica e da emoção, e por mais que seja o comportamento padrão de alguém que se desvia tentar divergir o máximo daquilo, eu não sai por revolta nem rebeldia, foi uma decisão lógica.

Teísta: Não foi! Você em outras conversas deixou claro que não, que era rebeldia por conta da imposição familiar. Preciso sair querido.

Ateísta: Talvez na época que fui reprimido ao extremo. Nunca deixo de revisar minhas convicções, e percebo que não. Idem, mas foi bom falar com você.

Teísta: Paz e graça à sua vida.

Ateísta: Obrigado.

Teísta: Até mais.

Ateísta: Até, abraços!

Teísta: E desejo que seu coração se abra e o amor de Deus te invada grandemente!

segunda-feira, 26 de maio de 2008

O início do reconhecimento do ateísmo no ocidente

Filed under: Ateísmo, Crônica — Lealcy B. Junior @ 01:39:33

Por Georges Minois

No século XVI, a efervescência cultural trazida pelos ventos do Renascimento e da Reforma começava a chacoalhar os pesados dogmas medievais da Europa. As afirmações de Copérnico de que a Terra não estava no centro do Universo colocavam em xeque a concepção de mundo defendida pela Igreja, e a própria autoridade do papa era questionada pelos protestantes.

Continue lendo

terça-feira, 13 de maio de 2008

O brasileiro, por Arnaldo Jabor

Filed under: Ateísmo, Crítica, Crônica — Tags:, , , , , , , , — Lealcy B. Junior @ 17:42:15
(Ainda não pude confirmar se o texto é mesmo de Arnaldo Jabor.)

Brasileiro é um povo solidário.

Mentira. Brasileiro é babaca.

Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida; pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza; aceitar que ONG’s de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade; Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária. É coisa de gente otária.

Brasileiro é um povo alegre.

Mentira.Brasileiro é bobalhão.

Fazer piadinha com as imundícies que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada. Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.

Brasileiro tem um sério problema. Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.

Brasileiro é um povo trabalhador.

Mentira. Brasileiro é vagabundo por excelência.

O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe – lá no fundo – que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.

Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.

Brasileiro é um povo honesto.

Mentira. Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.

Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso. Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.

90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora.

Mentira. Já foi.

Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram. Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.

Hoje a realidade é diferente.

Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como ‘aviãozinho’ do tráfico para ganhar uma grana legal.

Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas. Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.

O Brasil é um pais democrático.

Mentira. Num país democrático a vontade da maioria é Lei.

A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente. Num país onde todos tem direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia. Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.

Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs) seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).

Todos sustentados pelo povo que paga tributos que tem como único fim, o pagamento dos privilégios do poder.

E ainda somos obrigados a votar. Democracia isso? Pense nisso!

O famoso jeitinho brasileiro.

Na minha opinião um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira. Brasileiro se acha malandro, muito esperto. Faz um ‘gato’ puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.

No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto… malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero.

Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí? Afinal somos penta campeões do mundo né?

Grande coisa…

O Brasil é o país do futuro.

Caramba , meu avô dizia isso em 1950.

Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos. Dessa vergonha eles se safaram…

Brasil, o país do futuro!? Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo

Deus é brasileiro.

Puxa, essa eu não vou nem comentar… O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira. Para finalizar tiro minha conclusão:

O brasileiro merece!

Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse artigo, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente. Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta. Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão. Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!

Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?

Blog no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: