- Se Deus nos ama tanto e quer que estejamos com ele, por que ele poria nossas almas em risco ao deixar a difusão de sua palavra a cargo de seres humanos falíveis, mentirosos e pecadores? Será que um professor deixaria um dos alunos assumir seu lugar se isto pusesse em risco o futuro da classe?
- Se Satanás é o Pai da Mentira, como podemos ter certeza de que ele não enganou os cristãos e fez com que eles o adorassem como deus e rejeitassem o verdadeiro deus?
- Se Deus lançou o Diabo no inferno e o inferno é um lugar de castigo eterno, sem perdão, por que nos ensinam que o Diabo anda por aí nos tentando e nos possuindo? Um carcerário que deixa seus prisioneiros saírem para matar e roubar seria demitido por incompetência.
- Se Satanás consegue entrar até nas igrejas e fazer com que as pessoas tenham pensamentos impuros durante os cultos, como os cristãos podem ter tanta certeza de que ele não influenciou a redação e a composição da Bíblia segundo seus interesses?
- Deus pensa? Por que um ser que já sabe de tudo precisaria pensar?
- Se o Universo está em todo lugar por definição, por que é que tem gente que vive perguntando “de onde veio o Universo”? Ele não pode vir dele mesmo… ou pode?
- Se Deus é onisciente, como ele poderia ter se arrependido de sua criação?
- Se a alma é imaterial e o corpo é material, como é que a alma fica ligada ao nosso corpo?
- Por que Deus mandou o dilúvio para eliminar o mal da Terra? Não funcionou! O mal voltou logo em seguida. Deus já deveria saber que isto iria acontecer, então por que ele se deu ao trabalho?
- Se Deus é imutável, porque ele precisou “mudar as regras” enviando-se Jesus na Terra?
- Por que um deus todo-poderoso teve que se tornar carne para poder se sacrificar em seu próprio nome, de modo a livrar sua criação de sua própria ira? Será que Deus, em sua sabedoria infinita, não teria uma solução menos primitiva?
- Se tudo é “parte do plano de Deus”, como dizem os crentes, então Deus planejou todas as desgraças, todas as catástrofes e todos os nossos pecados e não precisamos sentir culpa por nada nem fazer nada para corrigir as coisas.
- Porque os teístas dizem que eu preciso vasculhar todos os lugares do universo e não achá-lo para dizer que Deus não existe, se eu só precisaria não encontrá-lo em apenas um lugar, visto que é onipresente?
- Se Deus não é a causa da confusão, o que dizer da Torre de Babel?
- Cristãos dizem que se um bebê morrer, ele vai para o céu. Por quê então são tão contrários ao aborto, se isso privaria todas as crianças de irem para o Inferno?
- Como Deus pode ter emoções (ciúme, raiva, tristeza, amor…) se ele é onipotente, onisciente e onipresente? Emoções são uma reação, mas como Deus pode reagir a algo que ele já sabia que iria acontecer e até planejou?
- Deus nunca me deu os brinquedos que pedi quando criança, mas, se eu pedir para ir para o inferno, será que ele vai me atender?
- O verdadeiro islamita não deve fazer nada que Maomé não tenha feito. Houve até uma discussão sobre se islamitas poderiam comer mangas. O que, então, estavam aqueles fundamentalistas fazendo naqueles aviões?
- Por que Deus permite que uma criança nasça se ele já sabe que ela vai para o inferno? Onde está seu amor infinito?
- Como podemos ser felizes no céu sabendo que pessoas que amamos estão sofrendo no inferno? Um crente me disse que as memórias que temos dos entes queridos são apagadas para não sofrermos no céu. Mas se perdemos nossa memória, não deixamos de ser nós mesmo?
- Muitas pessoas acreditam em fantasmas. Então porque as pessoas só vêem fantasmas de pessoas ou bichos de estimação mortos? Porque não Neanderthais ou dinossauros? Não haveria um baita fantasma de um brontossauro para quem pudesse ver?
- Por que Deus abriu o Mar Vermelho para que Moisés tirasse os judeus do Egito mas não abriu os portões dos campos de concentração?
- Por que dizem que temos livre arbítrio se só há duas opções: seguir a Deus e ir para o céu ou desobedecer e ir para o inferno?
- Em Isaías 40:28 diz “Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o SENHOR, o Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga?”. Então como é que os católicos dizem que Deus descansou no sétimo dia no Gênesis?
- Adão e Eva tinham umbigos?
- Judeus tradicionais dizem que o nome de Deus é impronunciável e por isso o chamam de Javé ou JHVH. Como é que então alguém pode ser acusado de falar seu nome em vão se ninguém sabe qual é?
- Por que Deus é do sexo masculino?
- Se você nasce retardado, sua alma também é retardada? E se você fica retardado depois de velho?
- Se o homem é feito à imagem de Deus, então Deus tem pênis?
- Por que precisamos rezar se Deus já sabe de tudo o que vamos dizer e do que precisamos? Será que ele gosta que nos humilhemos diante dele?
- Por que danos ao cérebro podem mudar nossa personalidade se nossa essência está na alma?
- Cristãos adoram dizer o quanto Jesus se sacrificou por nós. Mas se ele era Deus, então como ele não sabia que em 3 dias estaria no céu para nos governar? Se ele está lá e vivo, o que exatamente ele sacrificou?
- Se o design de Deus é tão inteligente, porque os homens possuem mamilos?
- Como Adão e Eva podiam saber que era errado comer da Fruta do Conhecimento se só ao comê-la saberiam o que era bom e mal, certo e errado?
- Se Deus detesta tanto o prepúcio que manda que os homens sejam circuncidados, por que ele os criou assim?
- Como podemos ofender a Deus se não é possível surpreendê-lo?
- Se a reencarnação é real, porque é que a população mundial continua crescendo? De onde vem todas essas almas novas?
- Em 1 Coríntios 15:50 diz “Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção”. Como Jesus pôde então ascender ao reino de Deus se ele mesmo é carne e sangue?
- Por que Deus criou o Mal (Isaías 45:6-7) se ele não quer que o pratiquemos? Por ele cria as pessoas que já sabem vão para o inferno?
- Se algum dia houver transplantes de cérebro, a alma irá junto com ele?
- Por nós já não nascemos sabendo tudo sobre Deus, por que temos que descobrir qual é a religião certa e ainda decifrar seus enigmas?
- Por que a genealogia de Jesus passa por José se ele não era seu pai? E por que há duas genealogias diferentes, já a partir do pai de José?
- Por que quase todas as descrições de Deus equivalem à não-existência (incorpóreo, imaterial, incompreensível, invisível, imperceptível etc.) ?
- Por que Deus não aparece a todo mundo e nos convence de sua existência? Por que ele só se revela de maneira tão duvidosa e tão obscura?
- De acordo com Mateus 5:17, Jesus não veio abolir a Lei e os profetas, apenas completá-los, e que nem uma vírgula deverá ser alterada enquanto existirem céu e terra. Como Jesus ainda não voltou, a Lei ainda está valendo, portanto, por que não saímos por aí queimando bruxas, apedrejando adúlteras e crianças desobedientes, matando homossexuais, excluindo gente que trabalha aos sábados (enfermeiras, médicos etc.), aspergindo sangue nos altares, arrancando a cabeça de passarinhos e sacrificando pessoas a Deus (Levítico 27:28) ?
- Se os crentes aceitam que Deus sempre existiu, por que eles não aceitam que o universo sempre existiu?
- Que deus de infinito amor aceitaria sacrifícios humanos, inclusive de seu próprio filho e dos filhos de suas criaturas?
- Se Jesus era Deus em forma humana, ele morreu para nos salvar dele mesmo?
- Se os cristãos dizem que não podemos afirmar que as ações de Deus são más porque ele tem um plano divino e, sendo Deus, está fora de nossa compreensão, então também não podemos afirmar que Deus é bom. Deus seria amoral? Se a moral é algo subjetivo, que varia conforme a época e a cultura, como podemos definir se Deus é bom ou mau?
- Por que Deus criaria gente que não acredita nele e depois os puniria por ser aquilo que ele os fez?
- O que é o “plano de Deus”? Um deus onipotente e onisciente não precisa planejar nada. Isto é coisa de criaturas limitadas, que não conhecem o futuro. Se Deus tem um plano, então ele é limitado como nós.
- Por que precisamos de um corpo se nossas almas podem fazer tudo o que fazemos e até melhor?
- Se Jesus não era filho de José, porque sua árvore genealógica nos evangelhos é traçada até ele?
- Como pode um deus de infinito amor e misericórdia assistir a bilhões de seus filhos queimar por toda a eternidade?
- Como Deus julga os que viveram antes de a Bíblia ser escrita?
- Como é possível que uma alma queime? Elas não são entidades espirituais? Seria um “fogo espiritual”? Para que Deus se daria todo este trabalho para torturar seus filhos queridos? Como é possível acreditar em que Deus seja tão bárbaro que só se acalma com a morte e a tortura dos que o contrariaram?
- Se tudo faz parte do plano de Deus, que diferença faz rezar ou não?
- Por que Deus permite que crianças nasçam só para morrer logo em seguida?
- Por que Deus não proibiu Adão e Eva de comer da outra árvore mágica?
- Porque Deus possui quase todas as características de algo que não existe? Por exemplo: imaterial, incorpóreo, incompreensível, invisível, inexplendorável, etc…
Autor: The Infidel Guy
Tradutores: Fernando Silva e Alenônimo

A palavra de deus ela é tao poderosa que ela fala por si só eu poderia responder todas as suas perguntas mas a biblia ela ja responde por si propria pq as palavras que estão contidas nelas são a palavra de deus,
Aí voces podem falar que foram escritas por um homem sim mas estes homens estavam cheios do espirito santo de deus
pois se isto não fosse verdade o que a biblia diz a respeito dos ultimos tempos que jesus disse q teria muitas mortes pai matando filho, guerras, miseria e mtos se esfriariam na fe e isso foi dito por jesus faz mais de 2000 anos isto esta acontecendo hoje.
Segue um trecho da biblia:
(I Corintios 1:18) – Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.
(I Corintios 1:19) – Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, E aniquilarei a inteligência dos inteligentes.
(I Corintios 1:20) – Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?
(I Corintios 1:21) – Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação.
(I Corintios 1:22) – Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria;
(I Corintios 1:23) – Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos.
(I Corintios 1:24) – Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus.
(I Corintios 1:25) – Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.
(I Corintios 1:26) – Porque, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados.
(I Corintios 1:27) – Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes;
(I Corintios 1:28) – E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são;
(I Corintios 1:29) – Para que nenhuma carne se glorie perante ele.
(I Corintios 1:30) – Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção;
(I Corintios 1:31) – Para que, como está escrito: Aquele que se gloria glorie-se no Senhor.
Comentário por juninho — 13 de Dezembro de 2007 @ 14:50:39
como existem pessoas que são facilmente manipuladas pelos demônios!
Comentário por Marcelo Campos — 9 de Janeiro de 2008 @ 06:40:11
E sou agnostica, mas já fui evangelica….e sei como responder varias perguntas dessas com a logica cristã……
Ainda não é o suficiente…
Comentário por Ana Paula — 13 de Janeiro de 2008 @ 22:55:56
Respondendo à pergunta 3: porque Deus é BRASILEIRO!!!!
Comentário por Mauro — 20 de Janeiro de 2008 @ 17:49:47
Muitas perguntas repetidas! Dá uma limpada no texto e coloca o número certo (sei lá, “50 perguntas que farão…”)
Comentário por Mauro — 20 de Janeiro de 2008 @ 18:06:28
mto podre
Comentário por helO — 28 de Janeiro de 2008 @ 21:38:23
Sinto pela vida desta pessoa que escreveu este artigo espero que ela encontre um sentido para a vida dela e que Deus possa perdoala e lembre-se que quando vc estiver sozinho você pode contar conosco os cristãos e com nosso Deus.
Comentário por carlos — 27 de Fevereiro de 2008 @ 19:58:30
Ateu, graças a Deus!(?)
Falácias ateista:
Deus é mau, logo ele não existe.
Deus não pode ter inspirado a Bíblia, logo ele não existe.
Deus não é onsciente, logo ele não existe.
Deus se arrependeu de ter feito o homem, logo ele não existe.
Todas as conclusões acima estão erradas.
Tentar provar a inexistência de Deus por meio de falácias, é um mau negócio.
Só o fato de Deus ser o tema predileto dos ateus, isso por sí só prova a existência de Deus.
Comentário por Isnaldo — 28 de Fevereiro de 2008 @ 06:49:10
Essas perguntas são adornadas com afirmações pessoais que parecem verdades para os leigos da teologia bíblica, contudo podem ser respondidas tranquilamente sem exageros, mas com bases e princípios bíblicos sólidos.
Resposta a pergunta 17: Deus nos ama a todos, sem distinção, e muito mais que brinquedos, nos deu talentos, não só aos cristãos. Podemos cantar, fazer arte, dançar, inventar coisas, pois Deus deu inteligência a todos, mesmo que muitos não acreditem nele. Moíses pediu a Deus, para riscar o seu nome do livro da vida, mas Deus não atendeu, pois amava Moíses e sabia que seu pedido não era por Moíses não amá-lo, mas em favor de pessoas que Deus amava muito. A decisão de estarmos com Deus ou longe dEle é nossa, ainda assim Ele insiste em nos mostrar seu amor.
Comentário por Reinam — 3 de Março de 2008 @ 16:35:22
41- Por nós já não nascemos sabendo tudo sobre Deus, por que temos que descobrir qual é a religião certa e ainda decifrar seus enigmas?
seria Por QUE nós já não …..
a 43 e a 60 estão praticamente idênticas.. e tem muitas outras que tem duplicatas, poderiam rever e colocar 50…
fora isso está muito bom
Comentário por sambomb — 13 de Março de 2008 @ 00:42:18
muito bom,
sem mais.
Comentário por gatti — 20 de Março de 2008 @ 17:13:28
bom de verdade eu acho que primeiramente ateu não diz: “graças a Deus”
depois se quando vc freguentava uma aigreja evangélica é era uma pessoa frustada, vc não conheceu e nem sabe o que é sentir a gostosa presença de Deus em nossas vidas!!!
fofoca tem em qualquer lugar, igreja é constituida por pessoas e pessoas tem defeitos.
eu posso dizer que sem DEus eu não sou nada!!!!!!!!!!!
eu passo por tristezas , lutas, humilhações, desesperos, estresses e várias coisas ruins.
mas contudo isso eu tenho um DEus que nunca me deixou só e quando eu pensava que era o fim deu me dava a vitória,
eu posso dizer : QUE EU SOU MAIS QUE VENCEDORA EM CRISTO JESUS!!!!!!!!!!!
quando vc não sabe ter intimidade com Deus , não culpe DEus e nem as igrejas porque o único culpado é vc mesmo.
eu aceito todas as pessoas não importa a religião porque o meu DEus ama a todos até
vc que não acredita nele ele te ama assim mesmo e DEus me ensina a fazer o mesmo!
eu posso dizer que o meu DEUS É SOBERANO,SANTO DOS SANTOS REI DOS REIS SENHOR DOS SENHORES,PAI DA INTERNIDADE, PRINCIPE DA PAZ,MARAVILHOSO,CONSELHEIRO,DEUS FORTE,LINDO ÚNICO DE MERECER TODO LOUVOR HONRA E PODER!!!!!!!!!!!!!!!!
EU AMO ESSE DEUS.
Agora eu sei ter essa intimidade com Deus e quero cada vez mais ser intima dele pois ele é o meu Aba pai!!!!!!!!!!!!
tambem existe pessoas dentro das igrejas totalmente falsas, que só envergonham o nome de Deus.
mais eu sei e creio que Deus prendeu o diabo,mais ele tem os demônios para obedece-lo fazendo tudo que ele quer, e de verdade antes de falar vai estudar um pouco mais na bíblia esta escrito quando satanas será solto então veia meu filho!!!!
alias se vc ler e não ter o Espírito Santo para te ajudar também não valerá de nada!!!!!!!!! pois sem ele vc fica assim falando besteira!!!!!!!!!!!!
então se vc tiver dúvida sobre qualquer outra coisa pode me perguntar, eu não sei tudo mas concerteza vou pedir direção de DEus para te responder!!!
valeu!!!!
que DEus continue te guardando de todo o mal!!!
assinado Adoradora águia!!!!!!!!!!!!!!!
Comentário por águia — 3 de Abril de 2008 @ 21:48:36
Só repliquei da forma como recebi, acho que não cabe corrigir o texto.
Comentário por Lealcy B. Junior — 15 de Abril de 2008 @ 19:43:41
O tal de Deus põe uma macieira no meio de um jardim e diz “vocês dois podem fazer o que vocês quiserem aqui, mas não comam essa maçã”. Obviamente eles comem a maçã, então Deus pula de trás de uma moita gritando: “Peguei vocês, peguei vocês!” Não faria a menor diferença se eles não tivessem comido a maçã.
- Por que não?
- Olha, quando você está lidando com alguém que tem esse tipo de mentalidade – mais ou menos a mesma das pessoas que deixam um chapéu na calçada com um tijolo embaixo para os outros chutarem -, pode ter certeza de que ele não vai desistir. Ele vai acabar te pegando.
(Diálogo do Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams)
Comentário por Juliana Dacoregio — 14 de Maio de 2008 @ 21:24:14
Sou cristão, e só tenho uma resposta para te dar. faz parte do plano de Deus sobrevivermos na Terra, e para isso temos que trabalhar e fazer sacrificios, não podes chegar cá à ***** com tudo dado,não achas?Agora a questão reside ómente em ti: devo acreditar ou não?Devo aceitar ou não?É que tu acreditando numa coisa acreditas também na coisa extremamente oposta…
Respeito os ateus e os cépticos, mas uma coisa vos digo: vocês têm uma mente muito apagada, e só vão dar conta disso quando morrerem e precisarem mais do que a vossa desconfiança para alcançar o que vos espera…
Comentário por Anónimo — 21 de Maio de 2008 @ 23:41:35
P.S. – Aqueles ***** era para ser Terra, mas devo ter escrito mal…
Comentário por Anónimo — 21 de Maio de 2008 @ 23:42:26
Não posso te provar que Deus não existe , nem voçê provará o contrario!
Comentário por Jorge — 24 de Maio de 2008 @ 18:44:42
Não posso te provar que Deus existe , nem voçê provará o contrario!
Comentário de Jorge
Comentário por Jorge — 24 de Maio de 2008 @ 18:45:42
Servem doze provas?
http://ceticismo.net/religiao/doze-provas-da-inexistencia-de-deus/
Comentário por Lealcy B. Junior — 24 de Maio de 2008 @ 20:47:29
Jorge:
Então responda, filhote: o que é que vc faz aqui?!?!?!?!?!
Comentário por Fátima — 24 de Maio de 2008 @ 20:50:56
Comentário de Ana Paula — Janeiro 13, 2008 pode mandar as respostas pro meu email filha. Aliás, onde você as postou???
Comentário de Jorge — Maio 24, 2008 Hum, não haveria quem negasse a existência de deuses se alguem não tivesse afirmado ANTES que deuses existem. Logo, a seqüencia correta é:
[teísta] Existe.
[ateísta] Não existe.
[teísta] Existe pois eu sinto sua presença.
[ateísta] Prove!
O ônus da prova é de quem faz a primeira afirmação. Além disso, você não deve acreditar em Odin não é? Mas conseguiria provar a inexistência do mesmo? Não, porque não se pode provar a inexistência de algo que não existe. Simples assim!
Parabéns pelo Blog.
Comentário por AmadeusXIII — 23 de Junho de 2008 @ 18:27:01
Bom, seria interessante pensar por um segundo, “se Deus existe”, o que ele deve estar pensando dessas perguntas…
Haja visto que todos que leram tomaram conhecimento, mesmo que de forma contraria a comum, do sacrificio de Jesus, assim nao ha mais inocencia aqui! Diz a Biblia que os que sem lei pecaram, sem lei serão julgados. Vou criar um site com todas as respostas!
Comentário por Patrick — 26 de Junho de 2008 @ 01:24:12
Patrick, aguardo as respostas.
Comentário por Lealcy B. Junior — 26 de Junho de 2008 @ 16:10:55
Também tô no aguardo! patrick anda logo que o mundo pode acabar amanhã e dependo de você pra minha conversão XD
Comentário por AmadeusXIII — 2 de Julho de 2008 @ 14:22:13
Irmãos!
Tenho de confessar: temo que após as revelações bombásticas do amigo Patrick, terei de abandoná-los definitivamente: converter-me-ei!
Clamarei aos céus pedindo perdão!
Pedirei à Virgem Maria intercessão!
Aceitarei o sacrifício do Messias por meus pecados!
Aleluia!
Comentário por Fatima — 16 de Julho de 2008 @ 21:52:23
Eta, será que o Patrick foi arrebatado? Cadê o site com as respostas?
Comentário por AmadeusXIII — 18 de Julho de 2008 @ 12:08:22
Ok! Vos explicarei para que possamos evoluir:
Meditei nas 60 perguntas e descobri em êxtase que só há uma pergunta:
“Por que crentes de Deus nos perseguem tanto?”
A resposta veio como um raio muito iluminado:
“Porque eles, os crentes, sentem-se sós sem nossa corajosa inteligência a seu favor. Eles pensam mais em nós que em Deus…”
Depois, pensei, inebriada de uma luz que vinha de mim: Será que Deus somos nós???
Comentário por Daisy — 20 de Julho de 2008 @ 18:22:54
EI VOCÊ QUE ULTIMAMENTE SÓ QUER PROCURAR EVIDENCIAS DE QUE DEUS NÃO EXISTE, PARE UM POUCO E PROCURE EVIDENCIAS COMPROVANDO A EXISTENCIA DELE!! QUER UMA DICA PROCURE ESTUDOS ARQUEOLOGICOS NO GOOGLE E VEJA OS CARROS DE FARAÓ QUE OS MERGULHADORES ENCONTRARAM LÁ NO MEIO DO MAR VERMELHO. COMO SERÁ QUE ELES FORAM PARA LÁ A NÃO SER POR ALGUM PODER SOBRENATURAL?
Comentário por adriano — 24 de Julho de 2008 @ 20:44:30
ai daquele que brincar com o nome de Deus! isso é muito serio que vc ta fazendo. tenho certeza absoluta que você é um crente frustado e sei que no fundo no fundo voce acredita e tem medo do que diz. há não precisa querer me explicar nada pois eu sei o Deus que eu sirvo e confio Nele, e eu não preciso ser religioso para entender que existe alguem Superior a mim e a voce! mas pensa será que não seria muito desperdicio um universo infinito que nós temos, e apenas vivermos 80 anos e pronto, passou a nossa vez? há algo além dessa nossa vida quer voce acredite ou não! te pesso que apenas tome cuidado com as coisas de Deus, pois temos muitos exemplos de pessoas que se deram mal depois de terem brincado com o nome Dele. ex: jon lenon, mari monroe, cazuza, dono do titanic, tancredo neves, ulisses guimarães, etc..procure no you tube sobre aqueles que brincaram com Deus. abraço
Comentário por adriano — 24 de Julho de 2008 @ 20:45:58
só lembrando que só existe dois lugares para ir quando agente morrer: Céu ou Inferno. nós temos o livre arbitrio de escolher aonde queremos viver daqui a mais ou menos 70 anos.. o que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? ou do que adianta ser o mais rico do semitério?
Comentário por adriano — 24 de Julho de 2008 @ 20:46:47
jjjj
Comentário por marcos mello — 25 de Julho de 2008 @ 23:38:02
perguntas como estas podem ser fácilmente respondidas, de uma forma tão simples como estão sendo feitas. qualquer pessoa que faça usar seu raciocínio, sua lógica e sua razão pode entender.
porem elas tem que fazer as perguntas as pessoas certas. existem religiões falças, e exite também a verdadeira.e somente os verdadeiros cristãos podem te responder corretamente porque são pessoas estudiosas da palavra de Deus. o conhecimento deles são singular, totalmente diferente dos cristãos da cristandade hipocrita.
só que estas respostas são dadas a pessoas que querem conhecer e entender Deus, não são para meros curiosos que querem somente especular a palavra de Deus. no entanto se você não tiver a motivação correta, pode esquecer, jamais aprenderá a verdade sobre Deus, e viverá na completa ignorância bíblica, e se caso tiver algun conhecimento intelectual sobre a bíblia este não lhe servirá de absolutamente nada em relação a Deus.
Comentário por marcos mello — 25 de Julho de 2008 @ 23:46:20
A resposta é simples: Deus existe pq os crentes querem que exista. E como só eles querem que exista, só existe pra eles.
Comentário por André — 29 de Julho de 2008 @ 17:01:48
Adriano,
O que é inferno pra você pode ser o céu pra mim. Eu devo supor que odeias praia, cerveja gelada e rock’in roll.
Comentário por Daisy — 29 de Julho de 2008 @ 17:17:46
Eu acho que a religião está certa, Deus existe, vai salvar todo mundo ( mesmo que muitos só estejam querendo fazer parte do time que ganha no final), Jesus vai voltar… isso, é, acreditem nisso. Ninguém está sendo enganado por Deus ou suas palavras, não precisam duvidar. É, isso, sem duvidar.
Vai dar tudo certo no final. Só não sei se p/ vc.
Ho ho hoa hahahahahahahaha (risada malefica)
Comentário por O Diabo — 31 de Julho de 2008 @ 01:04:54
se Deus é perfeito, por quê ele criou o imperfeito?
Comentário por miqueias — 4 de Agosto de 2008 @ 13:33:24
Deus é pura invensão. Não tem céu nem inferno, vamos viver na realidade que é bem mais proveitoso,Porém se querem continuar acreditando, mesmo com tantas evidências apontando o contrário, beleza, é um direito de qualquer pessoa. Mas POR FAVOR, não me encham o SACO com isso.
Comentário por Leo_nilton — 8 de Agosto de 2008 @ 00:46:23
só tem um jeito de vc descubrir se deus existe.
faz o seguinte:entrega a ele todo seu caminho;sirva a ele com toda dedicação.quando vc morrer e passar pelos portais da eternidade,ai sim vc descobrira se ele existe ou não.
se ele não existir vc não perdeu nada,mas se ele existir voce recebera uma coroa de glória e vai viver com ele eternamente.
é muito bom viver neste mundo,sabendo que existe um lugar melhor para passar a eternidade.
estamos aqui de passagem.considere sua vida aqui como a do povo de israel no deserto,eles sofreram muito porque recusavam crer totalmente em deus,eles murmuravam o tempo todo,mesmo vendo a mão de deus operar,com os sinais e prodigios que deus operava.aquela geração que saiu do egito morreram todos no deserto,mas josué e calebe e a geração posterior entraram na terra prometida.continue nesta vida se vc quizer morrer no deserto.este mundo é uma faze preparatória para recebermos o premio das mãos do proprio deus.te vejo na glória.
Comentário por wanderlei — 18 de Agosto de 2008 @ 13:36:10
Pérolas!
“…do que adianta ser o mais rico do SEMITÉRIO?
Comentário de adriano — Julho 24, 2008″
“…jon lenon, mari monroe…”
Nós matamos Deus,vocês matam o Português!
Comentário por Luan — 25 de Agosto de 2008 @ 01:05:44
Posso provar que Deus não existe? Claro que não!
Mas vou utilizar uma idéia de Dawkins e quero ver quem me prova o contrário:
- O mundo e todas as espécies que nele habitam, na verdade nada mais é do que um softawe de computador criado por uma raça alienígena com o objetivo de manipular os personagens dessa “história” para diversão própria.
Desafio a provarem o contrário.
Ps: Deus e todos os livros sagrados também são invenções do software alienígena.
Comentário por Juliano — 25 de Agosto de 2008 @ 23:07:20
É muita prepotência da parte de alguns aqui assumir a falta de religiosidade como sinônimo de proficiência. Da mesma forma que existem inúmeras perguntas sem resposta e contradições na Bíblia, e no Cristianismo de maneira geral, assim como em outras religiões, há, também, vários fenômenos cientificamente inexplicáveis mas que fazem sentido do ponto de vista religioso quando se tem como base escritos antigos supostamente proféticos. E vice-versa.
Pessoalmente, tenho minha própria definição de “deus”, que não se assemelha à de nenhuma religião, acho, e até serve, ao menos para mim, como possível explicação para alguns “milagres”. Mas isso não vem ao caso.
Acredito sinceramente que nunca virá à tona uma prova concreta da existência ou inexistência de Deus como discutido aqui. E, mesmo que venha, surgirá sempre um novo nível de descobertas a serem feitas, não possibilitando uma “resposta final” à pessoa alguma, crente ou cética, o que torna religião, ou a falta dela, um fator meramente determinista, dependente da cultura (na maioria das vezes de âmbito regional, mas podendo ser apenas doméstica), da criação e outras influências.
Assim, ter fé ou não independe do intelecto, portanto um pouquinho de respeito aqui dos crentes aos céticos e dos céticos aos crentes não faria mal à ninguém.
Por outro lado, não se pode deixar de notar as várias promessas de respostas a todas as perguntas feitas. Bom, estamos esperando. Sei que esse post (que, por sinal, achei muito legal, esqueci de falar) deve ter ferido algumas pessoas, mas se vocês se propõem a respondê-lo, então o façam, não apenas reclamem, condenem os outros ao inferno ou lamentem pela quantidade de gente que “não tem Jesus no coração”. Prometendo e deixando de responder só faz com que vocês sejam mais desrespeitados ainda, afinal já não faz muito sentido religiosos virem a um blog sobre ateísmo, se não para ler e respeitar a opinião alheia.
“bom de verdade eu acho que primeiramente ateu não diz: “graças a Deus”” – Comentário de águia — Abril 3, 2008 – O “graças a Deus” é ironia, filho. ¬¬
Aproveitando a deixa, queria pedir, por favor, para alguns aqui largarem um pouco a Bíblia ou “anti-bíblias” e pegassem um livro de gramática.
Só.
Comentário por Izabelle Pilleggi — 26 de Agosto de 2008 @ 00:01:01
A paz do Senhor JESUS pra você leitor deste artigo. LEIAM COM ATENÇÃO!
Deus, ele é o mesmo ontem hoje e eternamente, foi ele que abriu o mar vermelho, e povo passou a pés enchutos, foi ele que esteve na fornalha de fogo, com Sadraque Mesaque e Abednego, e os livrou da morte dentro da fornalha de fogo, quando Nabucodonozor perguntou: E quem é o Deus que vos poderá livra das mimhas mãos?, eles disseram o nosso Deus aquem servimos, ELE nos livrará do forno de fogo(Daniel cap.3), ELE È DEUS!! e quem somos nós pra questionar o único e grande Deus?
Diz A Bíblia em gálatas 6:7 :
Não erreis:DEUS não se deixa escarnecer: porque tudo que o homem semear, isso também ceifarar.
(2Pedro3:16) diz: Falando disto, como em todas as epístolas, entre as quais ha pontos difíceis de entender que os indoutos e inconstantes toecem, e igualmente as outras escrituras, para sua própria
perdição.
versiculo17, diz: Vós portanto, amados, sabendo isto de antemão guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis sejais juntamente persuadidos, e descaias da vossa firmeza.
(2 Pedro 1:20,21) Diz: vers.20 Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da escritura é de particular interpretação.
vers.21 Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.
Comentário por Rafael Lefundes — 5 de Setembro de 2008 @ 20:44:04
se o ATEISMO é a resposta, porque tudo não se estabelece a partir disso? Por que perguntar se há uma certeza? Por que não existe uma ciência que professe um fim a todas as dúvidas existentes se já sabemos que somos dinamicamente sistemas biológicos? A ciência está limitada apenas ao fato pesquisado? E se mecanismos novos(tecnologias) revogam antigos conceitos invalidando antigas concepções, como podemos afirmar quaisquer coisas? Como saberemos se o conceito que temos sobre DEUS, atualmente, diz respeito apenas ao limite intelectual que persiste nas religiões, faltando a esta, como acontece com a ciência, uma atualização conceitual e a adequação relativa ao seu entendimento?
Com certeza, só há verdade na paixão. Qualquer paixão. Absolutamente, o ceticismo não resolve em nada o fato de nos sentirmos desconfortáveis com a nossa trajetória… “HÁ MAIS MISTÉRIOS ENTRE O CÉU E A TERRA DO QUE POSSA IMAGINAR NOSSA VÃ FILOSOFIA…”
Comentário por LUIZ CALIKRATES — 20 de Setembro de 2008 @ 13:19:13
UMA PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS É O FATO DE ESTAR-MOS QUESTIONANDO SOBRE ELE… RS. POR QUE NÃO ESTAMOS QUESTIONANDO A EXISTÊNCIA DE FJTR++?!
SIMPLES: – FJTR++ NÃO EXISTE!!!!
Comentário por LUIZ CALIKRATES — 20 de Setembro de 2008 @ 13:25:46
O QUE VC ESTARIA FAZENDO SE TUDO, EM QUALQUER LUGAR, DE QUALQUER FORMA, EM TODO MOMENTO ESTIVESSE ESTABELECIDO? NADA! NÃO HAVERIA EXISTÊNCIA. O QUE FAZ EXISTIR É A ETERNA CIRCUNSTÂNCIA E CONTEXTO…
O PERFEITO NÃO É O ACABADO E EFICIENTE E EFICAZ.- O ACABADO NÃO EXISTE. O QUE EXISTE É A DINÂMICA E O RESULTANTE. NÃO, O RESULTANTE NÃO! A DINÂMICA, SIM! – UM “LOOP” ETERNO E SISTEMÁTICO. O RESTO É ESPECULAÇÃO. O ATEÍSMO NÃO É UM SISTEMA, NÃO É UMA DINÂMICA E NEM UMA FINALIDADE EM SI… -ESPECULAÇÃO?
Comentário por LUIZ CALIKRATES — 20 de Setembro de 2008 @ 13:37:23
FJTR++ AGORA EXISTE! É UM SISTEMA SIMPLES, SEQÜENCIAL, ORDENADO, DEFINIDO E NÓS O ESTAMOS MENCIONANDO…
Comentário por LUIZ CALIKRATES — 20 de Setembro de 2008 @ 13:41:31
“eu posso dizer : QUE EU SOU MAIS QUE VENCEDORA EM CRISTO JESUS!!!!!!!!!!!”
[Adoradora águia]
Claro. Se consideraria uma vencedora também se estivesse sendo apedrejada por não ter gritado alto o suficiente ao ser estuprada, como consta em Deuteronômio 22?
E não vale dizer que é por causa “daquela época, que era época da lei…” por que o que entra em xeque aquí é a moral de D(d?)eus e o “livrão” diz que “ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente…”
Eu, hein… Papo estranho desse pessoal.
Comentário por Miranda — 25 de Setembro de 2008 @ 10:10:37
“Louvado Seja FJTR++…”
Comentário por Miranda — 25 de Setembro de 2008 @ 10:12:33
Lamento muito por não acreditar em Deus. Ele não precisa provar sua existência para ninguém. Há e tem mais, quando você estiver no inferno junto com o diabo e seus anjos, lembre-se de que teve a oportunidade de se converter a Cristo…. Se arrependa bocó e aceita logo Jesus ou o seu lugar será “no lago que arde com fogo e enxofre, preparado para o diabo e seus anjos”…. Jesus te AMA… Se vc acha tanto assim que Deus não existe, como explica seu nascimento? Ou vc acredita na maior burrice que é ter vindo de um macaco? rsrsrs. Jesus é o soberano… Ele é o Senhor e além dEle não há outro!!!!!!!!!
Comentário por Manoel — 5 de Outubro de 2008 @ 07:22:17
Lamento muito por não acreditar em Deus. Ele não precisa provar sua existência para ninguém.
Se uma das exigências para a salvação é crer que ele existe e crer que enviou a si mesmo (seu filho) para resgatar os pecados da humanidade, é ululante que teria de haver alguma segurança (prova) de que ele existe e que tais requisitos (para a salvação) são realmente necessários. Mas, se vc prefere acreditar em algo sem existam provas da existência desse algo, o que te impede de acreditar no saci-pererê ou no chupacabras?
Há e tem mais, quando você estiver no inferno junto com o diabo e seus anjos, lembre-se de que teve a oportunidade de se converter a Cristo….
É…só para variar mais uma prova da excelência do amor cristão. Se o tal Deus deu a todos o livre-arbítrio (liberdade que pressuporia também a possibilidade de crer ou não nele, aceitá-lo ou não), como poderia condenar alguém por não aceitá-lo ou nele não crer?
Se arrependa bocó e aceita logo Jesus ou o seu lugar será “no lago que arde com fogo e enxofre, preparado para o diabo e seus anjos”….
Exemplo de excelência do amor divino: ‘eu te amo, meu filho, mas se vc não fizer o que eu quero e quando eu quero, te condenarei ao tormento eterno’
Jesus te AMA… Se vc acha tanto assim que Deus não existe, como explica seu nascimento?
Lá vem o ‘deus das lacunas’: não consigo explicar determinado evento, então só pode ser Deus! E tem mais: É possível sim explicar o nascimento de alguém, como é possível explicar o nascimento de qualquer criança; basta que a pessoa tenha freqüentado a escola.
Ou vc acredita na maior burrice que é ter vindo de um macaco?
Bem se vê sua falta de conhecimento: melhor ler antes do que trata a teoria científica da evolução antes de falar uma besteira como essa
rsrsrs.
Lembrei da música: ‘…saiba que rir é bom, mas rir de tudo, é desespero…’
Jesus é o soberano… Ele é o Senhor e além dEle não há outro!!!!!!!!!
Apresente provas extra-bíblicas da existência histórica desse tal ‘Jesus’.
Abraços!
Abraço
Comentário por Fatima — 7 de Outubro de 2008 @ 12:24:10
Crentes, entendam de uma vez por todas: deus não existe! Não há nada que prove a sua existência. E se por algum acaso o dito cujo exista mesmo ele não ama ninguém, ele é mau, omisso e age como uma criança.
Louvado Seja FJTR++
Comentário por Junior — 20 de Outubro de 2008 @ 09:59:18
concordo plenamente com o fernando show de bola nao existe resposta para essas perguntas nao adianta os cristãos esperneguiar?
Comentário por kleverson — 26 de Outubro de 2008 @ 11:51:12
Só quem já sentiu o Amor de Deus pode desprezar tais asneiras…”Pai …perdoai-vos , eles não sabem o que dizem…”
Comentário por Ariadne — 28 de Outubro de 2008 @ 09:59:15
Eu respeito a opinião de todos os a teus, céticos, e religiões contrárias á Biblia. Mas faço algumas considerações. 1) Todo cético para provar que não cré em Deus só consegue faze-lo usando a Bíblia. 2) Sempre partem de uma condicional “Se” ou seja suposições. 3) Não se sujeitam a nenhuma regra de interpretação de textos e geralmente usam versos isolados do contexto.
Comentário por Maxwell Alves — 30 de Outubro de 2008 @ 12:37:58
Todo cético para provar que não cré em Deus só consegue faze-lo usando a Bíblia.
Usamos a bíblia pra mostrar o quanto cristãos são hipócritas, já que só seguem o que lhes convêm.
Sempre partem de uma condicional “Se” ou seja suposições
Tipo, se Jesus disse que alguns discípulos não morreriam antes que ele voltasse, ou existem discípulos com 2.000 anos de idade ou ele é um mentiroso. E você não sabe a diferença entre “condição” e “suposição”.
Não se sujeitam a nenhuma regra de interpretação de textos e geralmente usam versos isolados do contexto.
Em qual contexto você encaixa as passagens sobre a morte de Judas? Poderia me dizer como ele morreu, usando suas regras e interpretando dentro do contexto?
Comentário por AmadeusXIII — 31 de Outubro de 2008 @ 13:59:36
Maxuell,
Olá!
‘…1) Todo cético para provar que não cré em Deus só consegue faze-lo usando a Bíblia….’
Um cético, ante à falta de provas sobre algo, suspende o julgamento, cabeção.
2) Sempre partem de uma condicional “Se” ou seja suposições….
Não supomos nada, fiote. Existem provas que Deus existe? Não? Então ‘não há provas’. Não havendo provas, pq teria de me curvar a toda uma ‘filosofia’ de vida em prol do agrado de uma entidade qualquer?
3) Não se sujeitam a nenhuma regra de interpretação de textos e geralmente usam versos isolados do contexto.
Os desonestos são os que crêem na bíblia, estes sim usam versos isolados; geralmente expurgam o VT, alegando que aquelas atrocidades não ocorrem mais pq dito cj de livros foi ab-rogado pelo NT, o que é uma mentira em face do que consta em Matheus
Dúhhh
Comentário por Fátima — 31 de Outubro de 2008 @ 18:27:10
Se Deus Existe onde ele está nesse momento …no paraiso ou no inferno transando com o Diabo?
Comentário por DarkSatanás DarkSelf — 15 de Novembro de 2008 @ 00:15:00
papo xarope!
Comentário por demo — 2 de Dezembro de 2008 @ 14:55:26
tinha um crente no meio do caminho.no meio do caminho tinha um crente.tinha um crente no meio do caminho…
Comentário por demo — 2 de Dezembro de 2008 @ 15:02:10
tinha um crente no meio do caminho.no meio do caminho tinha um crente…
Comentário por demo — 2 de Dezembro de 2008 @ 15:03:50
Respondendo à 1ª pergunta das 60 que farão de quem as formular de forma consciente um ateu….— Essa pergunta entra no campo da teologia e religião, então é por aí que deve ser respondida…A uma questão científica se responderá em terreno científico certo? Deus confiou a cargo de homens falíveis e pecadores a missão de levar a palavra divina, pelo mesmo motivo que, no antigo testamento usou homens fracos e falíveis para realizar várias de suas obras, a saber: Para manifestar a esses mesmos homens e aos outros o poder dele(Deus), e mostrar que é por meios falíveis e fracos que, em se atuando Deus, permite-se a esses mesmos homens e a outros comprovarem que nem a mensagem ,nem as obras pertencem a quem as executa, e sabendo-se a si mesmos falíveis e fracos, os obreiros têm por assim dizer certeza da procedência e do poder de quem realiza essas mesmas obras já que eles mesmos veêm as consequências e os frutos produzidos por essas obras (evangelização, caridade, etc.) Seria admissível ou mesmo tido como possível que meros camponeses, pescadores, simples e até ingênuas pessoas ao se entregarem à obra evangelizadora pudessem levar a cabo tamanha difusão como foi a do cristianismo? Poderia ser possível a meras crianças de uma aldeia pobre num país periférico da europa(Portugal)espalhar tamanha devoção seguida em vários continentes?(me refiro à aparição de N.S em fátima- Portugal em 1917). Poderia uma mera ‘invenção imaginativa’ de crianças pobres e analfabetas alcalçar tamanho porte? /com isso se responde igualmente a analogia do professor na sala de aula. Sim, o tal professor poderia deixar um dos alunos a cargo da classe caso fosse possível a ele professor transmitir a esse aluno de forma direta seus conhecimentos, força e capacidade, o que no caso do exemplo não se aplicaria, mas em se tratando de Deus sim.
Comentário por PGBL — 14 de Dezembro de 2008 @ 15:15:02
Olá, a 1ª pergunta é completamente ilógica e vejo que as restantes seguem o mesmo caminho.
Porque pensas que Deus pos nossas almas em risco? O que indica isso que eu não vejo?
Deus deixou a cargo do ser humano o seu próprio destino para que aprenda a amar pois só assim se volta a Deus.
Estamos entregues a nós e ás leis do Universo. Deus já fez o que tinha a fazer e agora cabe a nós, aos alunos como chamas, aprender a lição e não tomar o lugar do professor como sugeres. Entendo que vejas assim mas é uma visão e compreensão muito limitadora de Deus.
Não vejo maior forma máxima de Amor do que entregar o destino da humanidade a si própria. Com certeza gostamos todos de ter livre arbítrio e com esse todos podemos escolher ser bons ou maus.
Se Deus quisesse criar bons apenas, não teriamos livre arbítrio nem seríamos humanos.
E porque Deus tem de desfazer a porcaria que causámos? Não temos de ser nós a amar uns aos outros?
A Palavra de Deus é tão fácil de ser reconhecida mesmo com intrujões a manipulá-la. Por ser muito simples é fácil de reconhecer assim como o intrujão.
Difícil é reconhecer que ainda precisamos de intrujões.
Comentário por PGBL — 15 de Dezembro de 2008 @ 17:46:19
Na verdade é muito incrível e mesmo raro encontrar alguém sem crenças e muitas vezes aqueles que se dizem ateus são os que mais crenças têm pois ~também não conseguem provar suas justificativas e apenas acusam os outros de não poderem provar as suas.
Ateus são crentes como qualquer outro e ateísmo é uma religião como qualquer outra pois apenas mudam as crenças.
O ateísta até julga que é muito racional porque não vê a si próprio e não vê que está baseado em crenças. Rebate o criacionismo com darwinismo, crença contra crença e ignora a ciência que prova muito do antigo misticismo, ou seja, é um ateu radical como um cristão radical sem diferenças.
Mostra-me alguém sem crenças porque tu não és essa pessoa e basta ler teus posts para verificar isso imediatamente. Apenas fizeste o que todos fazem, adaptam Deus á sua imagem e perspectiva. Por vezes negam uma das facetas de Deus para ir abraçar outra faceta de Deus com outro nome e andamos a discutir crenças e religiões.
Comentário por PGBL — 15 de Dezembro de 2008 @ 17:47:10
cade os ateus pra responder ? devo ter calado a todos eles com meu banho de sabedoria
Comentário por PGBL — 15 de Dezembro de 2008 @ 17:53:26
Se deus existisse o mundo seria melhor seria perfeito todo mundo seria como deus se o homem é propria imagem dele entao a gente tambem seria poderosa seriamos imortais com ele.
Não tem como deus existir.
Comentário por Anonimo — 25 de Dezembro de 2008 @ 15:05:30
Sou atéia, apesar de já ter frequentado muitas igrejas.
Lia a Bíblia e sentia me muito desconfortável na posição de mulher, este livro é muito machista.
Certa vez li um trecho de um livro que dizia ” se não tivessem falado a você sobre Deus você acreditaria?”, Nesse mesmo instante “converti me” ao Ateísmo. Nunca senti Deus.
Acho que ser Ateu ou Religioso está ligado a algumas partes de nosso cérebro.
Comentário por Andreza — 31 de Janeiro de 2009 @ 18:09:32
Deus disse,calarei os sábios…
ontm eu fui comer um X salada..e falei para o kra que tava comendo X Frango..
O frango que tah no meio do teu X é Côco…
ele duvidou d mim… + eu estou na razão… pq eu disse..
calarei os sábios…!
Muitas são as vezes.. q prova-se que o misticismo está um passo abaixo da verdadeira razão,e as divindades são loucuras para quem vive de ciência,quem vive de sentimentalismo moderno exagerado são os fracos de conhecimento e raciocinio,porque não querem,ou pq foram corrompidos pela sociedade…
desculp meu amigo.. + use um livro com mais fundamentos intelectuais do que a biblía…!
Comentário por Hanisk — 26 de Fevereiro de 2009 @ 15:25:01
As 60 perguntas foram, aham, “respondidas” por um crente nervosinho gritador neste tópico do Orkut.
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=6956154&tid=2570105855097849771&na=1&nst=1
Boas risadas e não irritem ainda mais o Reginaldo hwahwahwa.
Adoraria um dia ver o André do ceticismo.net e o crentóide Reginaldo batendo boca um dia. Há algo de comum nas personalidades deles.
Comentário por Diego Oliveira — 5 de Março de 2009 @ 08:34:55
Um comentário de Blaise Pascal(1623-1662)responde a todas as suas perguntas:”Já que não se pode provar que DEUS existe ou não existe;que o céu ou inferno são reais ou não,só nos resta apostar.Mas toda aposta exige riscos.Assim caso aposte que DEUS existe e se não existir, nada perderei. Agora, se eu apostar que DEUS não existe, mas se existir, estou perdido.Deve-se então apostar na existencia de DEUS, pois a condição humana é risco, perigo de fracasso e e esperança de vitória. Na verdade o homem sente que DEUS existe quando experimenta cruelmente sua ausencia.
Boa sorte em sua aposta.
Comentário por Pastor Carlos — 11 de Março de 2009 @ 10:40:54
Ou talvez exista um outro deus com rituais diferentes que está muito puto pelos rituais que você dispende para esse deus que você acredita.
Comentário por Lealcy B. Junior — 11 de Março de 2009 @ 14:16:36
Carlos,
Sobre a ‘aposta’, recomendo a leitura deste texto
Comentário por Fátima — 11 de Março de 2009 @ 20:48:56
deus, tire o d e s pronto fica o EU sim seu inerior!!!!
Comentário por gilson — 15 de Março de 2009 @ 11:43:50
Lealcy
O seu “talvez”,é estranho, visto que o “ateu”,não acredita em “nenhum”deus.
Comentário por Pastor Carlos — 18 de Março de 2009 @ 13:31:38
ARGUMENTOS DIVERSOS QUE COMPRAVAM A REALIDADE DA EXISTÊNCIA DE DEUS
1. Há a idéia do quinque viae exposta por Tomás de Aquino.
Antes de tudo destaca-se o princípio do impulsionador primário, isto é, aquela força que desencadeou o movimento que agora sustenta o mesmo. O mundo seria, essencialmente, “matéria em movimento”. Precisamos explicar a existência tanto do movimento como da causa primária. Pois não é lógico entrarmos em um regresso infinito, afirmando que um movimento foi causado por um antecedente, e este por um outro, anterior a ele, e assim indefinidamente. Precisamos finalmente chagar à declaração da origem do movimento. Em Col. 1:17 vemos que esse poder é atribuído a Cristo (o Logos), ao passo que no trecho de Atos 17:28 essa força é atribuída a Deus Pai. Estes dois trechos foram declarações do Apóstolo Paulo. Por conseguinte, esse argumento de Tomás de Aquino já existe nas Escrituras, ainda que não na forma rigorosa de um argumento, porém meramente como uma afirmação sobre a origem do movimento e como o mesmo tem prosseguimento. O movimento assume muitas formas diversas, e, segundo o conhecimento mais avançado do que dispomos, sobre a particularidade, o movimento mais elementar é aquele que se verifica no interior do átomo, e que envolve os elementos constitutivos do átomo. Existe igualmente movimentos na formação das coisas, no desenvolvimento de qualquer r coisa a que chamamos de crescimento. Tais movimentos são governados por uma inteligência qualquer, porque, de outro modo, tudo não passaria do mais absoluto caos. Os movimentos são dirigidos na direção de alvos fixos, levados a efeito com propósito definido. Somente uma inteligência elevada poderia assim ordenar e dirigir tais movimentos.
2. O argumento cosmológico.
Temos a necessidade de explicar a origem da matéria. Poderíamos encetar uma série infindável de retrocessos, supondo que há uma fileira interminável de causas, sem jamais chegarmos a uma causa primária – mas isso é simplesmente contrário à razão. Assim sendo, precisamos supor que existe uma causa, maior do que qualquer dos seus efeitos, causa essa que originou a matéria. Com base na grandiosidade da criação, podemos averiguar algo da grandiosidade da inteligência de Deus, bem como de seu extraordinário poder. A única alternativa possível a essa posição é aquela que afirma que a matéria é eterna; essa idéia entretanto, é muito menos satisfatória do que aquela que fala de uma Causa inteligente de todas as coisas. Causa essa que é eterna, mas que produziu a criação dentro do tempo. Coisa alguma, de tudo quanto existe, pode ser declarado como sua própria causa, por quanto sempre podemos encontrar uma causa para qualquer coisa, e outra causa para essa causa, e assim por diante. Finalmente, porém, somos forçados a pôr ponto final nesse retrocesso, supondo a existência de uma causa primária. Essa é a solução mais razoável, para o problema da origem, dentre todas as soluções que têm sido apresentadas pelos homens.
Myer Pearlman nomenclatura esse argumento como sendo “Argumento da Criação”. Esse teólogo sustenta que a razão argumenta que o universo deve ter tido um princípio. Todo efeito deve ter uma causa suficiente. O universo, sendo o efeito, por conseguinte deve ter uma causa. Consideremos a extensão do universo. Nas palavras de Jorge W. Grey: “O universo, como o imaginamos, é um sistema de milhares e milhões de galáxias. Cada uma delas se compõe de milhares e milhões de estrelas. Perto da circunferência de uma dessas galáxias – a Via Láctea – existe uma estrela de tamanho médio e temperatura moderada, já amarelada pela velhice – que é o nosso Sol.” E imaginem que o Sol é milhões de vezes maior que a nossa pequena Terra! Prossegue o mesmo escritor: “O Sol está girando numa órbita vertiginosa em direção à circunferência da Via Láctea a 19.300 metros por segundo, levando consigo a Terra e todos os planetas, e ao mesmo tempo todo o sistema solar está girando num gigantesco circuito à velocidade incrível de 321 quilômetros por segundo, enquanto a própria galáxia gira, qual colossal roda gigante estelar. Fotografando-se algumas seções dos céus, é possível fazer a contagem das estrelas. No observatório de Harvard College eu vi uma fotografia que inclui as imagens de mais de 200 Vias Lácteas todas registradas numa chapa fotográfica de 35 x 42 cm. Calcula-se que o número de galáxias de que se compõe o universo é da ordem de 500 milhões de milhões.”
Consideremos nosso pequeno planeta e nele as várias formas de vida existentes, as quais revelam inteligência e desígnio divinos. Naturalmente surge a questão: “Como se originou tudo isso?” A pergunta é natural, pois as nossas mentes são constituídas de tal forma que esperam que todo efeito tenha uma causa. Logo, concluímos que o universo deve ter tido uma Primeira Causa, ou um Criador. “No princípio – Deus” (Gên. 1:1).
Dum modo singelo este argumento é exposto no seguinte incidente: Disse um jovem céptico a uma idosa senhora: “Outrora eu cria em Deus, mas agora, desde que estudei filosofia e matemática, estou convencido de que Deus não é mais do que uma palavra oca”. Disse a senhora “Bem, é verdade que eu não aprendi essas coisas, mas desde que você já aprendeu, pode me dizer donde veio este ovo?” “Naturalmente duma galinha”, foi a resposta. “E donde veio a galinha?” “Naturalmente dum ovo”. Então, indagou a senhora: “Permita-me perguntar: qual existiu primeiro, a galinha ou o ovo?” “A galinha, por certo”, respondeu o jovem. “Oh, então, a galinha existia antes o ovo? Oh, não, devia dizer que o ovo existia primeiro. Então, eu suponho que você quer dizer que o ovo existia antes da galinha”. O moço vacilou: “Bem, a senhora vê, isto é, naturalmente, bem, a galinha existiu primeiro”. “Muito bem” — disse ela — , “quem criou a primeira galinha de que vieram todos os sucessivos ovos e galinhas?” “Que é que a senhora quer dizer com tudo isto?” — perguntou ele. “Simplesmente isto” — replicou ela: — “Digo que aquele que criou o primeiro ovo ou a primeira galinha é aquele que criou o mundo. Você nem pode explicar, sem Deus, a existência dum ovo ou duma galinha, e ainda quer que eu creia que você pode explicar, sem Deus, a existência do mundo inteiro!”
3. O argumento alicerçado da contingência ou da possibilidade.
Esse argumento tem por fundamento a verdade empírica que mostra que tudo quanto conhecemos, através de nossa experiência, é “contingente”. Em outras palavras, depende de alguma outra coisa para explicar a sua existência. Isso subentende que a menos que exista alguma coisa “necessária”, que “não possa deixar de existir”, todas as coisas, finalmente cessariam de existir, porquanto dependem ou são contingentes dessa coisa necesária. Uma vez mais poderíamos iniciar um retrocesso infinito, supondo que todas as coisas realmente dependem de alguma coisa, sem jamais chegarmos a um “ser necessário”, independente, que não depende do que quer que seja para sua existência. Porém, essa idéia é muito menos razoável do que supormos que ao longo do caminho de retrocesso, em algum lugar, se encontra aquela vida necessária, que não depende de qualquer outra coisa para a sua existência , mas antes, é sua própria causadora e existe independentemente de tudo o mais. A esse ser independente é que denominamos “Deus”. O evangelho de João encerra esse conceito em trechos como João 5:25,26 e 6: 57, onde se lê que esse tipo de vida independe, imortal e necesária foi conferida ao Filho de Deus (através das ressurreição), pelo poder de Deus Pai, e então, por intermédio do Filho, a todos quantos nele crêem. Esse é um dos conceitos mais elevados da religião, revelada ou não. O homem, através da doação, vem participar da “vida independente” de Deus, e assim virá a participar do mesmo tipo de imortalidade que Deus Pai possui. Essa é a autêntica vida eterna.
4. Argumento axiológico
Em outras palavras, há uma forma ou graus de perfeição? Sempre que examinamos a bondade, a justiça, a beleza, a nobreza, ou qualquer outra das qualidades morais, observamos neste mundo muitos graus de perfeição. Ora, a própria idéia de “grau” subentende a necessidade de um grau máximo, ou seja, da perfeição – um “maxime ens” ou “ens realissimus”. Esse entre mais real chama-se “Deus” que é o ápice de todos os graus de perfeição.
5. O argumento teleológico.
O argumento teleológico também é chamado pelos pensadores cristãos como “Argumento do Desígnio. Esses estudiosos argumentam que o desígnio e a formosura evidenciam-se no universo; mas o desígnio e a formosura implicam um arquiteto; portanto, o universo é a obra dum Arquiteto dotado de inteligência suficiente para explicar sua obra. O grande relógio de Estrasburgo tem, além das funções normais dum relógio, uma combinação de luas e planetas que se movem, mostrando dias e meses com a exatidão dos corpos celestes, com seus grupos de figuras que aparecem e desaparecem com regularidade igual ao soarem as horas no grande cronômetro.
Declarar não ter havido um engenheiro que construiu o relógio e que este objeto “aconteceu”, seria insultar a inteligência e a razão humana. É insensatez presumir que o universo “aconteceu”, ou, em linguagem científica, que procedeu “do concurso fortuito dos átomos”!
Suponhamos que o livro “O Peregrino” fosse descrito da seguinte maneira: o autor tomou um vagão de tipos de imprensa e com pá os atirou ao ar. Ao caírem no chão, natural e gradualmente se ajuntaram de maneira a formar a famosa história de Bunyan. O homem mais incrédulo diria: que absurdo! E a mesma coisa dizemos nós das suposições do ateísmo em relação à criação do universo.
O exame dum relógio revela que ele leva os sinais de desígnio porque as diversas peças são reunidas com um propósito prévio. Elas são colocadas de tal modo que produzem movimentos e esses movimentos são regulados de tal maneira que marcam as horas. Disso inferimos duas coisas: primeiramente, que o relógio teve alguém que o fez, e em segundo lugar, que o seu fabricante compreendeu a sua construção, e o projetou com o propósito de marcar as horas. Da mesma maneira, observamos o desígnio e a operação dum plano no mundo e, naturalmente, concluímos que houve alguém que o fez e que sabiamente o preparou para o propósito ao qual está servindo.
O fato de nunca termos observado a fabricação dum relógio não afetaria essas conclusões, mesmo que nunca conhecêssemos um relojoeiro, ou que jamais tivéssemos idéia do processo desse trabalho. Igualmente, a nossa convicção de que o universo teve um arquiteto, de forma nenhuma sofre alteração pelo fato de nunca termos observado a sua construção, ou de nunca termos visto o arquiteto.
Do mesmo modo a nossa conclusão não se alteraria se alguém nos informasse que “o relógio é resultado da operação das leis da mecânica e explica-se pelas propriedades da matéria”. Ainda assim teremos que considerá-lo como obra dum hábil relojoeiro que soube aproveitar essas leis da física e suas propriedades para fazer funcionar o relógio.
Da mesma forma, quando alguém nos informa que o universo é simplesmente o resultado da operação das leis da natureza, nós nos vemos constrangidos a perguntar: “Quem projetou, estabeleceu e usou essas leis?” Isso, em razão de ser implícita a presença de um legislador uma vez que existem leis.
Tomemos para ilustrar a vida dos insetos. Há uma espécie de escaravelho chamado “Staghorn” ou “Chifrudo”. O macho tem magníficos chifres, duas vezes mais compridos do que o seu corpo; a fêmea não tem chifres. No estágio larval, eles enterram-se a si mesmos na terra e, silenciosamente, esperam na escuridão pela sua metamorfose. São naturalmente meros insetos, sem nenhuma diferença aparente e, no entanto, um deles escava para si um buraco duas vezes mais profundo do que o outro. Por quê? Para que haja espaço para os chifres do macho se desenvolverem com perfeição. Por que essas larvas, aparentemente iguais, diferem assim em seus hábitos? Quem ensinou o macho a cavar seu buraco duas vezes mais profundo do que o faz a fêmea? É o resultado dum processo racional? Não, foi Deus, o Criador, quem pôs naquelas criaturas a percepção instintiva que lhes seria útil.
De onde recebeu esse inseto a sua sabedoria? Alguém talvez pense que a herdara de seus pais. Mas um cão ensinado, por exemplo, transmite à sua descendência sua astúcia e agilidade? Não. Mesmo que admitamos que o instinto fosse herdado, ainda deparamos com o fato de que alguém havia instruído o primeiro escaravelho chifrudo. A explicação do maravilhoso instinto dos animais acha-se nas palavras do primeiro capítulo de Gênesis: “E disse Deus” – isto é: a vontade de Deus. Quem observa o funcionamento dum relógio sabe que a inteligência não está no relógio mas sim no relojoeiro. E quem observa o instinto maravilhoso das menores criaturas, concluirá que a primeira inteligência não era a delas, mas sim do seu Criador, e que existe uma Mente controladora dos menores detalhes da vida.
O Dr. Whitney, ex-presidente da Sociedade Americana e membro da Academia Americana de Artes e Ciências, certa vez disse que “um ímã repele o outro pela vontade de Deus e ninguém pode dar razão melhor.” “Que quer o senhor dizer com a expressão: a vontade de Deus?” alguém lhe perguntou. O Dr. Whitney replicou: “Como o senhor define a luz?. . . Existe a teoria corpuscular, a teoria de ondas, e agora a teoria do quantum; e nenhuma das teorias passa duma conjetura educada. Com uma explicação tão boa como essas, podemos dizer que a luz caminha pela vontade de Deus. . . A vontade de Deus, essa lei que descobrimos, sem a podermos explicar – é a única palavra final.”
O Sr. A J. Pace, desenhista do periódico evangélico “Sunday School Times”, fala de sua entrevista com o finado Wilson J. Bentley, perito em microfotografia (fotografar o que se vê através do microscópio). Por mais de um terço de século esse senhor fotografou cristais de neve. Depois de haver fotografado milhares desses cristais ele observou três fatos principais: primeiro, que não havia dois flocos iguais; segundo: todos eram de um padrão formoso; terceiro: todos eram invariavelmente de forma sextavada. Quando lhe perguntaram como se explicava essa simetria sextavada, ele respondeu: “Decerto, ninguém sabe senão Deus, mas a minha teoria é a seguinte: Como todos sabem, os cristais de neve são formados de vapor de água a temperatura a temperaturas abaixo de zero, e a água se compõe de três moléculas, duas de hidrogênio que se combinam com uma de oxigênio. Cada molécula tem uma carga de eletricidade positiva e negativa, a qual tem a tendência de polarizar-se nos lados opostos. O algarismo três, portanto, figura no assunto desde o começo”.
“Como podemos explicar estes pontinhos tão interessantes, as voltas e as curvas graciosas, estas quinas chanfradas tão delicadamente cinzeladas, todas elas dispostas com perfeita simetria ao redor do ponto central?” perguntou o Sr. Pace.
Encolheu os ombros e disse: “Somente o Artista que os desenhou e os modelou conhece o processo.”
Sua declaração acerca do “algarismo três que figura no assunto” me pôs a pensar. Não seria então que o trino Deus, que modela toda a formosura da criação, rubrica a própria trindade nestas frágeis estrelas de cristal de gelo como quem assina seu nome em sua obra-prima? Ao examinar os flocos de neve ao microscópio, vê-se instantaneamente que o princípio básico da estrutura do floco de neve é o hexágono ou a figura de seis lados, o único exemplo disso a todo o reino da geometria a este respeito. O raio do círculo cirncunscrevente é exatamente igual ao comprimento de cada um dos seis lados do hexágono. Portanto, resultam seis triângulos equiláteros reunidos ao núcleo central, sendo todos os ângulos de sessenta graus, a terça parte de toda a área num lado duma linha reta. Que símbolo sugestivo do trino Deus é o triângulo! Aqui temos unidade: um triângulo, formado de três linhas, cada: parte indispensável à integridade do conjunto.
A curiosidade agora me impeliu a examinar as referências bíblicas sobre a palavra “neve”, e descobri, com grande prazer, este mesmo “triângulo” inerente na Bíblia. Por exemplo, há 21 (3 x 7) referências contendo o substantivo “neve” no Antigo Testamento, e 3 no Novo Testamento, 24 ao todo. Então achei 3 referências que falam da “lepra tão branca como a neve”. Três vezes a purificação do pecado é comparada à neve. Achei mais três que falam de roupas “tão brancas como a neve”. Três vezes a aparência do Filho de Deus compara-se à neve. Mas a maior surpresa foi ao descobrir que a palavra hebraica, “neve”, é composta inteiramente de algarismos “três”! É fato, embora não seja geralmente conhecido que, não tendo algarismos, tanto os hebreus como os gregos usavam as letras do seu alfabeto como algarismos. Bastava um olhar casual de um hebreu à palavra SHELEG (palavra hebraica que quer dizer “neve”) para ver que ela significa algarismo 333, ba como significa “neve”. No hebraico a primeira letra, que corresponde à nossa “SH”, vale 300; a segunda consoante “L” vale 30; e a consoante final, o nosso “G”, vale 3. Somando-as, temos 333, três algarismos de três. Curioso, não é verdade? Mas por que não esperar exatidão matemática dum livro plenamente inspirado, tão maravilhoso quanto o mundo que Deus criou?
Acerca de Deus disse Jó: “Faz grandes coisas que não podemos compreender. Pois diz à neve: Cai sobre a terra” (Jó 37:5, 6). Eu já gastei dois dias inteiros para copiar com pena e tinta o desenho de Deus de seis cristais de neve e fiquei muito fatigado. E como é fácil para ele fazê-lo! “Ele diz à neve” – e com uma palavra está feito.
Imaginem quanto são milhões de bilhões de cristais de neve caem sobre um hectare de terra durante uma hora, e imaginem, se pudera, o fato surpreendente de que cada cristal tem sua individualidade própria, um desenho e modelo sem duplicata nesta ou em qualquer outra tempestade. “Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim; elevado é, não o posso atingir” (Sal. 139:6). Como pode uma pessoa ajuizada, diante de tal evidência de desígnios, multiplicados por um sem-número de variedades, duvidar da existência e da obra do Desenhista, cuja capacidade é imensurável?! Um Deus capaz de fazer tantas belezas é capaz de tudo, até mesmo de moldar as nossas vidas dando-lhes beleza e simetria.
Champlin declara que todos os aspectos da vida e do ser demonstram um desígnio extremamente completo. Tudo quanto é vida possui propósito em seu ser, além de um esquema muito complexo de funções físicas, o que demonstra o mais estupendo desígnio. A complexidade de desígnios existente, por exemplo, no olho humano, é a demonstração suficiente da existência de uma inteligência cheia de propósito para confundir um milhão de ateus. A ordem que impera no universo físico é exata e maravilhosa para nossa apreciação. Ora, por detrás de todo esse propósito e desígnio deve haver um grande Planejador, ou seja, a mais elevada inteligência que se pode imaginar, – que foi capaz de pôr em movimento uma criação magnífica que sempre desperta a nossa observação. O Planejador é Deus e sua inteligência é atualmente demonstrada no mundo por ele criado. Por exemplo, há uma vaidade de mariposa que possui dez tipos diferentes de antenas, e que São receptores de luz. Por meio do seu uso, esse inseto é capaz de dirigir o seu vôo e a sua vida em geral. A ciência dos homens ainda não foi capaz de descobrir a utilidade específica de cada uma dessas variedades de antenas, mas os cientistas se maravilham extasiados ante o fenômeno. O engenho humano jamais foi capaz de desenvolver antenas com essa sensibilidade. No entanto, alguns animais possuem receptores de luz ainda mais complicados e prefeitos, aos quais chamamos de olhos. Por detrás de desígnios tão inteligentes, deve haver um Intelecto Supremo. E essa inteligência extraordinária se chama Deus. Até mesmo as coisas inanimadas têm desígnio, e essas coisas, juntamente com outras coisas de desígnio mais complexo, adicionam o seu testemunho em favor do grande Planejador.
6. O argumento da eficácia da razão.
A razão humana, com sua extraordinária complexidade e com muitíssimas sutilezas e seus poderes abstratos, comprova a necessidade de admitirmos, em nossa ontologia, o Criador e Planejador desses poderes, sendo, ele mesmo, o Intelecto supremo. A razão humana é apenas uma pequena demonstração da razão divina. Até mesmo as tentativas racionais do homem, par provar que Deus não existe, não passam de demonstrações que Deus verdadeiramente existe, porquanto essas tentativas são um uso e uma exibição da razão, o que, quando devidamente examinado, inevitavelmente nos conduz de volta a Deus. Esse argumento é uma faceta do argumento teológico, discutido acima, no ponto anterior.
Alguns teólogos dividem esse argumento didaticamente em fases. A primeira fase deste argumento é de “causa e efeito”. Ao nosso redor existem efeitos tais como matéria e movimento. Há três alternativas para a sua explicação: (1) eles existem eternamente; (2) surgiram do nada ou (3) foram causados. Vamos examinar essas alternativas em ordem. Primeiro, não é provável que o universo tenha existido eternamente, pois toda evidência indica um universo que está se desgastando. De acordo com a segunda lei da termodinâmica, o sol e as estrelas estão perdendo energia em considerável proporção. Se tivessem existido desde a eternidade, já estariam esgotados. Os materiais radioativos estão perdendo a sua radiação. Os estudos espectográficos das estrelas mostram que todos os corpos estão viajando para fora a partir do centro, indicando um começo. Segundo, dizer que a matéria e o movimento emergiram do nada é uma contradição: “Do nada, nada surge.” Terceiro, a explicação mais razoável é que a matéria e o movimento foram criados num ponto do tempo. Atualmente, a maioria dos cientistas data o universo de maneira variada, entre cinco e vinte bilhões de anos de antigüidade. Alguns propõem uma série de emergências ou um criador impessoal, mas, considerando a existência de inteligências e a grande complexidade da criação, é mais provável que o universo seja obra de um Criador inteligente, como exposto na Bíblia. Não é provável que uma fonte suba mais alto que seu manancial, ou que seres racionais surjam de uma fonte irracional.
Outra fase do argumento a partir da razão é que o homem possui um conhecimento inato de Deus. Isto se evidencia pela crença universal num ser supremo de algum tipo. É difícil encontrar uma tribo que não acredite num ser ou força superior. “O homem é incuravelmente religioso”. Isto não significa que todos os homens tenham uma crença completamente firmada em Deus, mas parece indicar que a crença religiosa e a tendência para adorar uma divindade são naturais ao homem. Até mesmo o ateu, que nega a existência de Deus, demonstra que é confrontado com a idéia de Deus e deve de algum modo dispor do conceito.
7. O argumento moral.
Em sua forma original, esse argumento assevera que o elevado senso de moralidade que algumas pessoas possuem pode ser melhor explicado se supormos eu esse senso se assemelha ao do grande Ser moral. Essa explicação é melhorada que atribuímos tal moralidade a fatores meramente biológicos ou físicos. De conformidade com esse ponto de vista, aceitamos que elevado senso moral se deriva da influência exercida por um Deus santo.
Em suas formas mais complexas, compreendemos que esse argumento mostra que até mesmo o vocabulário da moralidade, que se refere a conceitos como “bondade”, “justiça”, e “conduta ideal” subentende um elevadíssimo Padrão de moralidade, o qual inspira a moralidade no homem, o que por sua vez, é refletido na própria natureza da linguagem humana. Outrossim, o argumento moral, em suas formas mais complexas, afirma que existe na mente humana a intuição de que deve haver uma retribuição apropriada às ações morais dos homens, subentendem que deve haver um juiz capaz de dispensar retribuições na forma de bênção ou punição. Além disso a experiência e a observação humanas demonstram que, nesta existência terrena, a injustiça pode prevalecer e freqüentemente o faz, pelo que a injustiça, neste lado terreno da vida, não se cumpre. A razão também nos diz, por conseguinte, que deve forçosamente haver a imortalidade, pois é no “outro lado” da existência que a justiça terá de ser satisfeita. Ora somente o Juiz absoluto pode fazer os ajustamentos necessários para que a justiça repouse sobre todos, através da bênção ou através do castigo.
A este Juiz nós chamamos “Deus”. O raciocínio da pura moral humana requer a existência de Deus. Outrossim, alicerçados em bases bíblicas, como vemos em Rm. 1:19,20, ou como se vê em João 16:8-11, percebemos que esse Juiz transmite pessoalmente aos homens quais sejam as exigências morais deste mundo.
Reiterando toda essa idéia, o homem dispõe de natureza moral, isto é, a sua vida é regulada por conceitos do bem e do mal. Ele reconhece que há um caminho reto de ação que deve seguir e um caminho errado que deve evitar. Esse conhecimento chama-se “consciência”. Ao fazer ele o bem, a consciência o aprova; ao fazer ele o mal, ela o condena. A consciência, seja obedecida ou não, fala com autoridade. Assim disse Butler acerca da consciência: “Se ela tivesse poder na mesma proporção de sua autoridade manifesta, governaria o mundo, isto é, se a consciência tivesse a força de por em ação o que ordena, ela revolucionaria o mundo. ”Mas acontece que o homem é dotado de livre arbítrio e, portanto, pode desobedecer àquela voz íntima. Mesmo estando mal orientada, sem esclarecimento, a consciência ainda fala com autoridade, e faz o homem sentir sua responsabilidade. “Duas coisas me impressionam”, declarou Kant, o grande filósofo alemão, “o alto céu estrelado e a lei moral em meu interior.”
Qual a conclusão que se tira deste conhecimento universal do bem e do mal? Que há um Legislador que idealizou uma norma de conduta para o homem e fez a natureza humana capaz de compreender esse ideal. A consciência não cria o ideal; ela simplesmente testifica acerca dele, registrando a sua conformidade ou não-conformidade. Quem originalmente criou esses dois poderosos conceitos do bem e do mal? Deus, o Justo Legislador! O pecado ofuscou a consciência e quase anulou a lei do ser humano; mas no Monte Sinai Deus gravou essa lei em pedras para que o homem tivesse a lei perfeita para dirigir a sua vida. O fato de que o homem compreende esta lei, e sente a sua responsabilidade para com ela, manifesta a existência dum Legislador que criou o homem com essa capacidade.
Qual é a conclusão que podemos tirar desse sentimento de responsabilidade? Que o Legislador é também um Juiz que recompensará os bons e castigará os maus. Aquele que impôs a lei finalmente defenderá essa lei.
Não somente a natureza moral do homem, como também todos os aspectos da sua natureza testificam da existência de Deus. Até as religiões mais degradadas demonstram o fato de que o homem, qual cego, tateando, procura algo que sua alma anela. A fome física indica a existência de algo que a possa satisfazer. Quando o homem tem fome, essa fome indica que há alguém ou algo que o possa satisfazer. A exclamação, “a minha alma tem sede de Deus” (Sal. 42:2), é um argumento a favor da existência de Deus, pois a alma não enganaria o homem com sede daquilo que não existisse. Assim disse certa vez um erudito da igreja primitiva: “Para ti nos fizeste, e nosso coração estará inquieto enquanto não encontrar descanso em ti.”
8. O argumento axiológico, em sua forma mais complexa.
Todas as sensibilidades humanas, no que diz respeito às perfeições da realidade, das qualidades morais, das qualidades estéticas, das qualidades políticas e da busca pela perfeição, em qualquer campo de conhecimento humano, requerem que exista o Valor supremo na direção do qual todos os demais valores apontam, e cujo padrão esses valores seguem como linha diretriz. Há uma subcategoria desse argumento, denominado “argumento henológico”, o qual afirma que há uma espécie de unidade em todos os conceitos de valor, isto é, o Grande Padrão de valor, que age como o alvo e o unificador de todos os valores, a despeito do que essa disciplina porventura envolva. Essa unidade dos valores exige a aceitação da existência do Unificador de todos os valores, que é Deus.
9. O argumento derivado da autoridade.
Os livros sagrados, as experiências místicas que dão conteúdo que dão conteúdo as esses livros sagrados, a tradição histórica da igreja cristã, os escritos e predições orais dos profetas, o cumprimento dessas suas profecias, etc., mostram-nos que existem “autoridades” de natureza religiosa, o que comprova a existência de um Deus que nos transmitiu a autoridade apropriada para representar a sua própria pessoa.
10. O argumento baseado na experiência religiosa.
A experiência religiosa, como regeneração, e as demais experiências místicas, como as curas, diversas experiências psíquicas, ou milagres, etc., provam que deve haver uma realidade na fé religiosa, cujo ponto mais elevado é o Ser supremo que denominamos “Deus”, o qual, também, é a fonte originária válida de toda a experiência religiosa autêntica.
11. O argumento baseado na esperança religiosa.
Existe uma crença universal dos homens na existência de Deus, que os leva a terem “esperança”. A remoção da esperança deste mundo deixaria a raça humana em estado de miséria íntima. Essa esperança é justificada porque é outorgada por Deus, sendo comprovada pelo consenso humano universal. Os homens esperam em Deus, a não ser quando ensinamos ao contrário, por algum sistema perverso, que os condicione a isso.
12. O argumento baseado na realidade dos milagres.
A ciência não conta com qualquer explicação e nem com qualquer teoria geral que explane as muitas maravilhas extraordinárias que se verificam neste mundo. Somente a verdade religiosa pode explicar tais fenômenos. O princípio religioso afirma a existência de Deus como o grande poder que há por detrás dos milagres. Existem leis mais elevadas do que aquelas que são explicadas pela ciência humana, e que podem ultrapassar as supostas limitações, impostas pela ciência natural. Deus é controlador das leis cósmicas, e, se assim quiser fazer; pode agir contrariamente a elas, fazendo intervenção, ultrapassando-as ou utilizando-se de leis superiores a elas, a fim de produzir acontecimentos que desafiam qualquer explicação “lógica”, de conformidade com a lógica científica.
13. O argumento do consensus gentium.
Essas palavras latinas significam “opinião popular”. Sempre fez parte da opinião de todas as culturas humanas que existe algum Ser supremo, ou existem alguns seres divinos. O ateísmo, em contraste com isso, precisa ser aprendido; não ocorre naturalmente a quem quer que seja. Não existe um único ser humano, à face da terra que seja ateu de nascimento. Usualmente os indivíduos aceitam o ateísmo nas escolas seculares e profanas, onde os mestres, inchados de orgulho intelectual, pensam ser suficientes para si mesmos, sem necessitarem de qualquer Poder Supremo. Todavia, em todas as culturas onde a sofisticação do ceticismo ainda não penetrou, à a crença na existência de Deus, ou pelo menos, de vários deuses. A opinião geral da humanidade, entretanto, não nos pode conduzir à natureza exata de Deus, mas, pelo menos pode conduzir-nos à “idéia de existência da divindade” – Deus existe.
Alguns teólogos chamam esse argumento de “argumento da crença universal”. A crença na existência de Deus é praticamente tão difundida quanto a própria raça humana, embora muitas vezes se manifeste em forma pervertida ou grotesca e revestida de idéias supersticiosas. Esta opinião tem sido contestada por alguns que argumentam existirem raças que não têm a menor concepção de Deus. Mas o Sr. Jevons, autoridade no assunto de raças e religiões comparadas, diz que esta opinião, “Como é do conhecimento de todos os antropólogos, já foi para o limbo das controvérsias mortas. . . todos concordam que não existem raças, por mais primitivas que sejam, totalmente destituídas de concepção religiosa! Embora alguém cite exceções, sabemos que a exceção não inutiliza a regra. Por exemplo, se fossem encontrados alguns seres humanos inteiramente destituídos de todo sentimento humano e compaixão, isso não serviria de base para dizer que o homem é essencialmente uma criatura destituída de sentimentos. A presença de cegos no mundo não prova que todos os homens são cegos.” Como disse William Evans: “o fato de certas nações não conhecerem a tabuada de multiplicação não afeta a aritmética.”
Como se originou esta crença universal? A maior parte dos ateus parece imaginar que um grupo de teólogos se tenha reunido em sessão secreta na qual inventaram a idéia de Deus, a qual depois apresentaram ao povo. Mas os teólogos não inventaram Deus como também os astrônomos não inventaram as estrelas, nem os botânicos as flores. É certo que os antigos mantinham idéias erradas acerca dos corpos celestes, mas esse fato não nega a existência dos corpos celestes. E visto que a humanidade já teve idéias defeituosas acerca de Deus, isso implica que existe um Deus acerca do qual podiam ter noções errôneas.
14. O argumento baseado na revelação e no misticismo.
Deus tem achado por bem revelar-se a si mesmo aos homens: e isso ele tem feito por intermédio de visões e sonhos. Essa revelação aparece em forma mais concreta nas Santas Escrituras. O senhor Deus simplesmente dá conhecimento de si mesmo como um dom aos homens, porque sabe que precisam desse conhecimento. Essa revelação se origina em sua graça e sua bondade. Que o misticismo é uma realidade é fato que se pode provar facilmente, através de pesquisas e da mera observação. O impulso que há por detrás de todas as experiências místicas, quer se trate de milagres ou de visões, é a Mente divina. E formas falsas de misticismo não eliminam o que é verdadeiro: e, além disso, qualquer grau de misticismo já serve de prova sobre a existência de Deus. As experiências místicas conseguem descrever Deus, em certo sentido, não sendo meramente uma afirmação de sua existência.
15. O argumento baseado na felicidade do crente.
A profunda felicidade e senso de confiança que têm os crentes em Deus, a alegria e a segurança que a fé teísta confere aos possuidores, servem de provas da validade da crença na existência de Deus.
16. O argumento baseado na melhor crença.
Sendo inquiridores sérios da verdade, sentimos a necessidade de escolher entre as muitas idéias que existem, e, ao sermos defrontados por tal necessidade de escolha, a “melhor fé”, obviamente é a teísta. Essa crença explica melhor a existência da criação, de seu desígnio, das experiências místicas e dos milagres. Isso é uma explicação melhor do que a idéia da mera “chance”, da “evolução” ou da “seleção natural”, ou mesmo da coincidência sem desígnio, das “forças naturais e cósmicas”, que são suas alternativas, a crença em Deus fica melhor fundada, psicologicamente falando, na realidade das coisas, do que o ateísmo, e é muitíssimo mais satisfatória. O ateísmo perde a sua utilidade quando o indivíduo morre.
17. O argumento da aposta, apresentado por Blaise Pascal.
Pascal ensinava que é impossível provar ou negar a existência de Deus, mas dizia que, sob bases pragmáticas, a crença em Deus é superior à descrença, porquanto essa crença agrada a Deus, ao passo que o ateísmo lhe é desagradável. De acordo com essa idéia, quando um homem morre, se porventura descobrir que Deus não existe, ou se ele mesmo simplesmente deixa de existir, nada terá perdido. Por outro lado se um homem, ao morrer, descobrir que Deus realmente existe, então só terá a ganhar com a sua crença teísta. Essa idéia entretanto, não é válida, pois é extremamente imperfeita. Pois Deus existe, e, segundo podemos estar plenamente certos, não é nenhum tolo, o que significa que não ficará satisfeito com alguém que se aferra à crença teísta somente por motivo de vantagens egoísticas. De fato, talvez Deus se sinta mais agradado com um ateu sincero e honesto do e não com um teísta jogador com a sorte. Essa forma de crença é uma hipocrisia, e jamais poderá agradar a Deus. Outrossim, do ponto de vista teológico, a mera crença na existência de Deus não é mais vantajosa do que a crença que têm os poderes demoníacos na existência de Deus, pois os demônios crêem e estremecem.
18. O argumento do teísmo pragmático.
Paralelamente ao argumento anterior, alguns pensam que é pragmaticamente melhor ser alguém religioso, não somente no que tange à questão da crença na existência de Deus, ma também no que diz respeito à questão da prática religiosa. O ateísmo não oferece qualquer futuro a quem quer que seja, e nem mesmo reivindica oferecer isso. É melhor ,portanto, do ponto de vista do pragmatismo prático, lançarmos nossa sorte à religião, com a existência de Deus e da alma, fazendo profissão geral e prática da religiosidade. Se, ao descobrirmos que estávamos equivocados em nossas crenças, nada poderemos com isso. Por outro lado, se alguma parte ou a totalidade das crenças religiosas estiverem de conformidade com a realidade, descobrirmos que fizemos uma acertada decisão, ao seguirmos a fé teísta e as práticas religiosas, porquanto, presumivelmente, obteremos algum mérito com isso. Do ponto de vista evangélico, entretanto, essa “fé pragmática” não se reveste de valor algum, porquanto somente uma fé verdadeira em Jesus Cristo pode transformar os remidos segundo a sua própria imagem. Seja como for, o teísmo pragmático é melhor do que o ateísmo, com o expressão para a existência terrena presente.
19. Deus é a melhor explicação possível para a conjuntura.
A existência de Deus é a melhor explicação possível para tudo quanto está envolvido em todos esses argumentos, considerados como um conjunto. Ao examinarmos a gama inteira das possibilidades, dos argumentos, das teses e das contrateses, o teísmo mostra-se mis convincente do que o ateísmo. Isso é verdade, ainda que não possamos chegar a uma conclusão racional definitiva. A melhor idéia é a teísta, e esse ;é o resultado líquido de todos os argumentos, considerados em sua totalidade.
20. Argumento alicerçado na fé pura.
Alguns cristãos especialmente nas igrejas evangélicas, têm chegado à conclusão de que nenhum argumento “racional” ou “físico” verdadeiramente demonstra a existência de Deus, mas antes, que essa certeza só ocorre através da fé bíblica. Nas igrejas evangélicas, que seguem o ensinamento bíblico, acredita-se que essa fé é conferida pelo próprio Deus, o qual dá, dessa maneira, certeza de sua existência, inteiramente à parte de evidências externas. Alguns crentes chegam mesmo a alegrar-se nessa idéia, rejeitando totalmente quaisquer outras idéias, como se estivessem próximas da blasfêmia, as quais dizem ser necessário ser comprovada a existência de Deus para que nela possamos acreditar. Porém, apesar das escrituras Sagradas em parte alguma se lançarem à tarefa de tentarem provar que Deus existe, contudo, passagens bíblicas como aquela de Rm. 1:20 dão a entender que verdadeiramente existem provas, físicas e racionais, acerca dessa existência. Portanto, não é crime procurarmos delinear a validade de tais provas, pois, para os incrédulos, esse delineamento pode ser muito útil e valioso. Um dos primeiros passos que uma alma pode dar na direção de Cristo, pode ser a crença firme na existência de Deus. Ninguém poderá jamais avizinhar-se de Cristo, segundo um sério ponto de vista evangélico, se for um ateu convicto. (Esse argumento baseado na “fé pura” na realidade é uma variedade do argumento “místico”, que aparece no décimo quarto lugar nesta lista de argumentos sobre a existência de Deus.
Para fortalecer a fé daqueles que já crêem. Eles estudam as provas, não para crer, mas sim porque já crêem. Esta fé lhes é tão preciosa que aceitarão com alegria qualquer fato que a faça aumentar ou enriquecer.
21. O argumento da história.
A marcha dos eventos da história universal fornece evidência de um poder e duma providência dominante. Toda a história bíblica foi escrita para revelar Deus na história, isto é, para ilustrar a obra de Deus nos negócios humanos. “Os princípios do divino governo moral encontram-se na história das nações tanto quanto na experiência dos homens”, escreve D.S. Clarke. (Sal. 75:7; Dn. 2:21; 5:21.) “O protestantismo inglês vê a derrota da Armada Espanhola como uma intervenção divina. A colonização dos Estados Unidos por imigrantes protestantes salvou-os da sorte da América do Sul, e desta maneira salvou a democracia. Quem negaria que a mão de Deus estivesse nesses acontecimentos?” A história da humanidade, o surgimento e declínio de nações, como Babilônia e Roma, mostram que o progresso acompanha o uso das faculdades dadas por Deus e a obediência à sua lei, e que o declínio nacional e a podridão moral seguem a desobediência” (D.L. Pierson). A.T. Pierson, em seu livro, “Os Novos Atos dos Apóstolos” expõe as evidências da dominante providência de Deus nas missões evangélicas modernas.
Especialmente o modo de Deus tratar com os indivíduos fornece provas de sua ativa presença nos negócios humanos. Charles Bradlaugh, que foi em certo tempo o ateu mais notável na Inglaterra, desafiou o pastor, Charles Hugh Price, para um debate. Foi aceito o desafio e o pregador, por sua vez, desafiou o ateu da seguinte maneira: como todos sabemos, Sr. Bradlaugh, “o homem convencido contra a própria vontade mantém sempre seu ponto de vista”, e, visto que o debate, como ginástica mental que é, provavelmente não converterá a ninguém, proponho-lhe que apresentemos algumas evidências concretas da validade das reivindicações do cristianismo na forma de homens e mulheres redimidos da vida mundana e vergonhosa pela influência do cristianismo e pela do ateísmo. Eu trarei cem desses homens e mulheres, e desafio-o a fazer o mesmo.
Se o Sr. Bradlaugh não puder apresentar cem, contra os meus cem, Ficarei satisfeito se trouxer cinqüenta homens e mulheres que se levantem e testifiquem que foram transformados duma vida vergonhosa pela influência dos seus ensinos ateus. Se não puder apresentar cinqüenta, desafio-o a apresentar vinte pessoas que testifiquem com rostos radiantes, como o farão os meus cem, que tenham um grande e novo gozo na sua vida elevada, em resultado dos ensinos ateus. Se não puder apresentar vinte, ficarei satisfeito se apresentar dez. Não, Sr. Bradlaugh, desafio-o a trazer um só homem ou uma só mulher que dê tal testemunho acerca da influência enobrecedora dos seus ensinos. Minhas pessoas redimidas trarão prova irrefutável quanto ao poder salvador de Jesus Cristo sobre as suas vidas redimidas da escravidão do pecado e da vergonha. Talvez, senhor Bradlaugh, essa será a verdadeira demonstração da validade das reivindicações do cristianismo.
O Sr. Bradlaugh retirou o seu desafio!
Para Guy P. Duffield e Nathaniel M. Van Cleave o argumento da história se apóia sobre o alicerce da divina providência. Os estudantes de história, a não ser que sejam cegos ou parciais, irão descobrir a obra da divina providência. Isto não significa que um propósito sábio é visível em todos os eventos. Deve-se ter em conta que o homem é pecador e rebelde e, ate certo ponto, um agente moral livre. Deus não causa cada evento individual, mas está no controle do fluir dos eventos, executando seus propósitos. Ele cumpre suas profecias inspiradas que se acham registradas na sua Palavra. Se alguém estudar a Bíblia junto com a história, irá perceber um modelo divino enfocando Jesus Cristo, o Filho de Deus. Este enfoque não é apenas sobre a vida terrena de Jesus. O propósito de Deus em Cristo é visto na história de Israel e na sua esperança de um redentor (Gn 12:13; Is 52:10-53:12); na encarnação, vida, morte e ressurreição de Cristo; no triunfo da igreja através de múltiplas oposições; e na indestrutibilidade de Israel através dos séculos.
A originalidade de Cristo foi bem expressa por Napoleão em uma carta ao General Bertrand:
“Efeitos divinos me obrigam a crer numa causa divina. É verdade, existe uma causa das causas… existe um ser infinito, comparado com o qual você, general, não passa de um átomo; comparado com o qual eu, Napoleão, com todo o meu gênio, nada sou realmente; puramente nada. Eu o percebo – Deus. Eu o vejo, tenho necessidade dele, creio nele, pior para você. Mas você, general, crerá um dia em Deus. Posso perdoar muitas coisas, mas sinto horror diante de alguém ateu e materialista… os deuses, os legisladores da Índia e da China, de Roma e de Atenas, nada possuem que possa espantar-me sobremaneira…mas isso não acontece com Cristo. Tudo nele me assombra. Seu espírito me faz ficar maravilhado e sua vontade me contunde. Não existe termo de comparação entre Ele e qualquer pessoa no mundo. Ele, em si mesmo, é verdadeiro. Suas idéias e seus sentimentos, as verdades que anuncia, sua maneira de convencer não são explicadas por organização humana, nem pela natureza das coisas. Seu nascimento e a história da sua vida; a profundidade da sua doutrina, que luta com as maiores dificuldades, a mais admirável solução; seu evangelho… sua marcha através das idades e dos reinos, tudo para mim e um prodígio, um mistério insolúvel, que me faz mergulhar num desvaneio do qual não posso escapar, diante de meus olhos está um mistério, o qual não posso negar nem explicar… procuro encontrar em vão na história alguém igual a Jesus Cristo.”
22. O argumento que apresenta o homem como imagem e semelhança de Deus:
A Palavra de Deus declara que o homem foi criado à imagem de Deus. “Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1:26-27). Não devemos buscar a imagem de Deus no homem físico, pois Deus é Espírito (Jo 4:24). Em lugar disso, devemos procurar a imagem de Deus no homem espiritual: “…e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou…” (Cl 3:10).
A imagem de Deus no homem é vista no fato de ele ter domínio sobre as criaturas inferiores e especialmente em sua capacidade e desejo ardente de comunhão com Deus. A outra marca da imagem divina é vista na natureza moral do homem, seu senso de dever e responsabilidade, e na posse de uma consciência: “Estes mostram a norma da lei gravada nos seus corações, testemunhando-lhes também a consciência, e os seus pensamentos mutuamente acusando-se ou defendendo-se…” (Rm 2:15). C.S. Lewis diz: “Estes são, portanto, os dois pontos que eu queria ressaltar. Primeiro, que os seres humanos, em toda a terra, têm esta idéia curiosa de que devem comportar-se de certa maneira, e não conseguem livrar-se dela. Segundo, eles na verdade não se comportam deste modo. Eles conhecem a lei da natureza e a quebram. Esses dois fatos são a base de todo pensamento claro a respeito de nós mesmos e do universo em que vivemos.”
Um Deus pessoal nos faz responsáveis por nossa conduta e atitude. Devemos render-nos à vontade dele ou viver com a consciência pesada. É possível cauterizar a consciência ou silencia-la, enganando-nos a nós mesmos. Mas, desse modo, o indivíduo irá então invariavelmente criar seu próprio sistema de valores. A experiência mostrou que o sistema bíblico de ética, afinal de contas, e o mais adequado à natureza moral do homem, criado por Deus.
23. O argumento da Escritura
Esse argumento se apóia sobre as declarações e na exatidão das Sagradas Escrituras. A Bíblia afirma ser a Palavra inspirada de Deus (2 Tm 3:16-17; 2 Pe 1:20, 21; 1 Co 2:12, 13; Tt 1:1-13). Nenhum livro na terra foi tão amplamente aceito como uma mensagem de Deus. Seus oponentes e os céticos lançaram todo tipo de ataque concebível contra ele, mas sua popularidade permanece. Sua exatidão tem sido repetidamente impugnada, mas a pá dos arqueólogos confirma a cada instante a exatidão de alguma passagem posta em dúvida. O Dr. W.F. Albright, reconhecido arqueólogo, escreve: “Nada que tenda a perturbar a fé religiosa do judeu ou do cristão foi descoberto… Descoberta após descoberta têm estabelecido a exatidão de inúmeros detalhes e trazido maior reconhecimento do valor da Bíblia como um livro fonte da história.” Nenhum outro livro se compara com a Bíblia no que diz respeito aos seus ensinos morais e espirituais; escrita há centenas de anos, ela é mais moderna que os jornais de hoje. Nunca deixa de falar com poder, sanando os problemas mais profundos da alma e do espírito.
Comentário por Pastor Carlos — 18 de Março de 2009 @ 14:17:23
Fátima,
sobre “a aposta”
O argumento parte da posição de um agnóstico, isto é, alguém que acredita que não existem dados suficientes para decidir se Deus existe ou não. Um agnóstico acredita que é genuinamente possível que Deus exista, mas que não há dados suficientes para decidir a questão com toda a certeza. Um teísta crÊ que DEUS exista pela fé. Um ateu, pelo contrário, acredita geralmente que existem dados conclusivos a favor da inexistência de Deus,o que eu respeito.O argumento do apostador, contudo, afirma que a coisa mais racional a fazer é procurar que a hipótese de ganhar seja tão grande quanto possível, ao mesmo tempo que a possibilidade de perder seja tão pequena quanto possível: por outras palavras, devemos maximizar os ganhos possíveis e minimizar as perdas possíveis. De acordo com o argumento do apostador, a melhor forma de alcançar este objectivo é acreditar em Deus.
Comentário por Pastor Carlos — 18 de Março de 2009 @ 14:55:41